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Dólar hoje sobe quase 1% e volta a superar R$ 5,20

Conteúdo editorial apoiado por Publicidade O dólar opera em forte alta frente ao real nesta quarta-feira (1º), após o governo Trump anunciar sanções contra duas pessoas

Dólar hoje sobe quase 1% e volta a superar R$ 5,20
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O dólar opera em forte alta frente ao real nesta quarta-feira (1º), após o governo Trump anunciar sanções contra duas pessoas e três empresas brasileiras por suposta ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Leia no AINotícia: Economia: panorama da semana

A medida foi formalizada pelo Departamento do Tesouro e marca a primeira rodada de punições econômicas desde que Washington passou a classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais, em junho.

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Investidores também repercutem novos dados de emprego nos EUA e comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh. Leia também: Dólar hoje acelera queda após relatório de emprego nos EUA abaixo do esperado

Qual foi a cotação do dólar hoje?

Às 12h26, dólar à vista subia 0,90%, aos R$ 5,210 na venda. O dólar futuro para agosto— que se tornou o mais líquido do mercado brasileiro— avançava 0,87% na B3, aos R$ 5,246.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,208
  • Venda: R$ 5,210

O que aconteceu com o dólar hoje?

O número de empregos no setor privado dos Estados Unidos cresceu menos do que o esperado em junho, mas uma queda acentuada nas missões planejadas indicaram condições benéficas no mercado de trabalho no mês passado.

A economia dos EUA abriu 98.000 postos de trabalho no setor privado no mês passado, após 122.000 em maio em dado não revisado, segundo o relatório nacional de emprego da ADP. Economistas consultados pela Reuters conseguiram prever a abertura de 118.000 vagas no setor privado.

O relatório da ADP é elaborado em parceria com o Stanford Digital Economy Lab e publicado antes do relatório de emprego de junho do Escritório de Estatísticas do Trabalho, que será divulgado na quinta-feira. A ADP tem mostrado um indicador pouco preciso para a estimativa do escritório sobre o número de empregos no setor privado. Mais de economia

O mercado também repercute os comentários do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, no painel de política monetária do Fórum de Sintra. O chair do Fed afirmou que as expectativas e os riscos de inflação diminuíram nas últimas semanas, embora tenha reiterado que o banco central dos Estados Unidos está empenhado em reduzir o aumento dos preços para a meta de 2%.

“As expectativas de inflação nos primeiros quatro meses, nas primeiras quatro semanas deste período, diminuíram; os riscos de inflação também diminuíram”, disse Warsh. Leia também: Bolsas europeias fecham em alta impulsionadas por ações defensivas e dados

No Brasil, destaque para a pesquisa eleitoral Atlas/Bloomberg mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pelo Planalto.

Lula tem 48,8% das intenções de voto no segundo turno, contra 42,3% de Flávio, segundo a sondagem. Em abril, ambos estavam empatados com 48%. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

(Com Reuters)

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