Motta se queixa de atuação de Lula a favor de adversário de seu pai ao Senado
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Alex Sabino
São Paulo
O Grupo Rima tem planos de aumentar em 20% sua produção em 2026 e ampliar as exportações para Estados Unidos e Japão. Segundo o presidente Ricardo Vicintin, o movimento é possível porque países buscam escapar da China e encontrar alternativas para comprar magnésio.
A companhia também avalia, para um futuro mais distante, a possibilidade de construir uma nova fábrica em Minas Gerais. Seria ao lado da mina que já possui em Paracatu a 500 km de Belo Horizonte, onde fica a sede da empresa.
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A Rima tem unidades industriais nas cidades mineiras de Bocaiúva (magnésio primário), Capitão Enéas (silício metálico), Várzea da Palma (ferroligas) e Buritizeiro (suporte industrial e carvão vegetal).
O grupo atua na mineração e metalurgia e na sua operação estão a produção e comercialização de ferroligas e ligas à base de magnésio e silício. A companhia também possui reservas de quartzo e dolomita e é líder nacional na produção de magnésio primário, com receita operacional de cerca de R$ 2,5 bilhões por ano.
Vicintin ressalta apenas ser preciso ajustar a realidade dos clientes. Segundo ele, os compradores esperam que a Rima venda a valores semelhantes ao praticados pela China. O negociar vende a tonelada do magnésio por US$ 2.700. Mais de economia
"Isso é dumping", completa. Leia também: Brasil vai assinar acordo para criar mercado aéreo único na América do Sul
O magnésio é aplicado na fabricação de carrocerias, rodas e estruturas de veículos e aeronaves, pela combinação de baixo peso e resistência. A demanda cresce com o uso de materiais leves nesses setores. Estimativas de consultorias apontam expansão do mercado global de magnésio metálico a taxas anuais entre 4% e 6% nos próximos anos. A China responde por cerca de 85% da produção mundial, segundo dados do setor.
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