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Demanda por especialistas em cibersegurança cresce em meio a riscos da IA

Demanda por especialistas em cibersegurança cresce em meio a riscos da IA Experts estão sendo contratados para lidar com bugs gerados por vibe coding e novas ameaças

Demanda por especialistas em cibersegurança cresce em meio a riscos da IA

Demanda por especialistas em cibersegurança cresce em meio a riscos da IA Experts estão sendo contratados para lidar com bugs gerados por vibe coding e novas ameaças impulsionadas por modelos generativos. Experts estão sendo contratados para lidar com bugs gerados por vibe coding e novas ameaças impulsionadas por modelos generativos. A inteligência artificial generativa pode ter afetado a carreira de inúmeros profissionais de TI, mas ela parece ter um efeito oposto em um grupo desse setor: cibersegurança.

Segundo a plataforma de empregos Glassdoor, houve um aumento de 11% nos anúncios de vagas nessa área no primeiro trimestre de 2026 em comparação ao ano anterior. O jornal The New York Times falou com recrutadores que confirmaram a tendência. Austin Cowan, um dos headhunters consultados, diz que vagas que antes surgiam a cada 12 meses agora aparecem semanalmente.

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Algumas empresas estão com problemas para encontrar candidatos qualificados. O primeiro motivo para a necessidade de mais especialistas em cibersegurança diz respeito à rápida adoção da IA generativa para programar. A tecnologia acelera o trabalho, mas pode criar bugs e vulnerabilidades no processo, e elas podem passar despercebidas.

Lea Kissner, diretora-chefe de segurança da informação do LinkedIn, considera que levará vários anos até que se entenda como garantir segurança na era da IA. “Vamos precisar de pessoal para lidar com o bug-pocalipse”, afirma Kissner. Outro aspecto a se levar em consideração é que as ferramentas de IA permitiram que muitas pessoas que não são programadoras passassem a criar suas próprias ferramentas e aplicativos.

Muitas vezes, elas não têm as mesmas noções de segurança que engenheiros e programadores, o que resulta em problemas de privacidade e segurança. O New York Times observa ainda que o surgimento de ferramentas de cibersegurança que usam IA aqueceu ainda mais as contratações no setor. Nos últimos meses, a Anthropic liberou um preview do modelo Claude Mythos, especializado em procurar falhas em softwares, e a OpenAI também anunciou uma tecnologia similar, o GPT-5.4-Cyber.

Existe o temor de que esses modelos de cibersegurança caiam em mãos erradas e sejam usados para encontrar caminhos para ataques — um cenário que foi alertado até mesmo pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Isso explica a pressa para ter profissionais qualificados para se adequar ao novo cenário. Fora do setor de cibersegurança, porém, a situação não é tão boa. Mais de tecnologia

Como lembra o New York Times, grandes layoffs em empresas de tecnologia se tornaram comuns: a Meta dispensou 8 mil funcionários, e a Amazon, 16 mil. Existe, no entanto, a suspeita de que muitas das demissões em massa dos últimos meses estejam usando a IA apenas como desculpa para justificar cortes. Os reais motivos seriam ajustes financeiros e uma tentativa de agradar investidores. Leia também: AirPods 4 surge em oferta por até 10x sem juros na Amazon

Além disso, ainda há controvérsias sobre a viabilidade econômica e a produtividade da IA generativa. Com informações do New York Times {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif %

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