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DeepSeek V4 ganha destaque após novo desdobramento em deepseek v4: startup chinesa revela nova ia um ano após surpreender o mercado novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da huawei

DeepSeek V4: startup chinesa revela nova IA um ano após surpreender o mercado Novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da Huawei para driblar o domínio

DeepSeek V4 ganha destaque após novo desdobramento em <p>deepseek v4: startup chinesa revela nova ia um ano após surpreender o mercado novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da huawei para driblar o domínio da americana nvidia. novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da huawei para driblar o domínio da americana nvidia.</p> <p>a corrida da inteligência artificial ficou mais acirrada nesta sexta-feira (24/04). um ano depois de causar um alvoroço bilionário no setor, a chinesa deepseek liberou uma prévia oficial do v4, sua nova geração de modelos de linguagem de grande escala. o objetivo da companhia é ambicioso: competir de igual para igual com os sistemas proprietários das gigantes americanas, como o google, a openai e a anthropic.</p> <p>segundo a deepseek, o v4 deve atingir ou até mesmo superar os líderes de mercado em testes de desempenho. o grande trunfo da versão 4 está na capacidade aprimorada de codificação. escrever, debugar e interpretar código de software tornou-se a habilidade central para criar agentes autônomos de ia — sistemas capazes de executar tarefas complexas sem a necessidade de intervenção humana.</p> <p>esse é um segmento corporativo altamente lucrativo, que atualmente é dominado por ferramentas como o chatgpt codex e o claude code. em um documento técnico detalhado publicado no repositório hugging face, a equipe de desenvolvedores focou especialmente na variante “v4 pro”.</p> <p>o texto explica os refinamentos feitos na arquitetura neural do modelo — avanços que permitem à ia resolver lógicas de programação complicadas exigindo menos poder bruto de computação. além do aspecto técnico, a deepseek optou por manter a tecnologia sob a licença de código aberto, buscando atrair desenvolvedores que procuram alternativas às apis pagas do vale do silício. a companhia também fez questão de destacar que o novo modelo possui compatibilidade nativa com os chips desenvolvidos pela também chinesa huawei.</p> <p>historicamente, o treinamento de grandes modelos de linguagem exige data centers massivos, um mercado hoje liderado de forma esmagadora pela americana nvidia. com as pesadas sanções impostas pelo governo dos estados unidos — que restringem a exportação de chips de alto desempenho para a china —, conseguir treinar e rodar uma ia de ponta utilizando infraestrutura nacional sinaliza que o país está mais perto de conseguir sustentar sua própria indústria tecnológica. apesar do avanço, a deepseek preferiu o silêncio em relação aos números.</p> <p>a empresa afirma que os “custos [foram] drasticamente reduzidos”, mas, diferente de lançamentos passados, não divulgou os custos da fase de treinamento do v4. é difícil analisar a chegada do v4 sem mencionar o impacto causado pelo seu antecessor. lançado há um ano, o deepseek r1 provou para o mercado que era possível treinar um modelo altamente inteligente gastando apenas uma fração dos bilhões de dólares que as rivais americanas costumam investir.</p> <p>no entanto, a ascensão meteórica da empresa chinesa não ocorreu sem atritos. autoridades dos estados unidos já acusaram publicamente a deepseek de burlar as sanções internacionais, alegando que a companhia utilizou chips proibidos da nvidia, adquiridos por rotas alternativas, para treinar ias de gerações passadas. soma-se a isso uma disputa sobre propriedade intelectual: a anthropic alega que a deepseek utilizou os resultados gerados pela sua família de modelos</p> <p>claude para criar dados sintéticos. essas informações teriam sido usadas para treinar e refinar os produtos da própria companhia chinesa, configurando uma violação aos termos de uso da plataforma americana. até o momento, a deepseek tem ignorado o histórico de acusações.</p> <p>{{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }</p>

DeepSeek V4: startup chinesa revela nova IA um ano após surpreender o mercado Novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da Huawei para driblar o domínio da americana Nvidia. Novo modelo mantém estrutura de código aberto e usa chips da Huawei para driblar o domínio da americana Nvidia.

A corrida da inteligência artificial ficou mais acirrada nesta sexta-feira (24/04). Um ano depois de causar um alvoroço bilionário no setor, a chinesa DeepSeek liberou uma prévia oficial do V4, sua nova geração de modelos de linguagem de grande escala. O objetivo da companhia é ambicioso: competir de igual para igual com os sistemas proprietários das gigantes americanas, como o Google, a OpenAI e a Anthropic.

Segundo a DeepSeek, o V4 deve atingir ou até mesmo superar os líderes de mercado em testes de desempenho. O grande trunfo da versão 4 está na capacidade aprimorada de codificação. Escrever, debugar e interpretar código de software tornou-se a habilidade central para criar agentes autônomos de IA — sistemas capazes de executar tarefas complexas sem a necessidade de intervenção humana. Leia também: Xbox reduz Preços do Game Pass e remove lançamento do dia um de Call of Duty

Esse é um segmento corporativo altamente lucrativo, que atualmente é dominado por ferramentas como o ChatGPT Codex e o Claude Code. Em um documento técnico detalhado publicado no repositório Hugging Face, a equipe de desenvolvedores focou especialmente na variante “V4 Pro”.

O texto explica os refinamentos feitos na arquitetura neural do modelo — avanços que permitem à IA resolver lógicas de programação complicadas exigindo menos poder bruto de computação. Além do aspecto técnico, a DeepSeek optou por manter a tecnologia sob a licença de código aberto, buscando atrair desenvolvedores que procuram alternativas às APIs pagas do Vale do Silício. A companhia também fez questão de destacar que o novo modelo possui compatibilidade nativa com os chips desenvolvidos pela também chinesa Huawei.

Historicamente, o treinamento de grandes modelos de linguagem exige data centers massivos, um mercado hoje liderado de forma esmagadora pela americana Nvidia. Com as pesadas sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos — que restringem a exportação de chips de alto desempenho para a China —, conseguir treinar e rodar uma IA de ponta utilizando infraestrutura nacional sinaliza que o país está mais perto de conseguir sustentar sua própria indústria tecnológica. Apesar do avanço, a DeepSeek preferiu o silêncio em relação aos números.

A empresa afirma que os “custos [foram] drasticamente reduzidos”, mas, diferente de lançamentos passados, não divulgou os custos da fase de treinamento do V4. É difícil analisar a chegada do V4 sem mencionar o impacto causado pelo seu antecessor. Lançado há um ano, o DeepSeek R1 provou para o mercado que era possível treinar um modelo altamente inteligente gastando apenas uma fração dos bilhões de dólares que as rivais americanas costumam investir. Mais de tecnologia

No entanto, a ascensão meteórica da empresa chinesa não ocorreu sem atritos. Autoridades dos Estados Unidos já acusaram publicamente a DeepSeek de burlar as sanções internacionais, alegando que a companhia utilizou chips proibidos da Nvidia, adquiridos por rotas alternativas, para treinar IAs de gerações passadas. Soma-se a isso uma disputa sobre propriedade intelectual: a Anthropic alega que a DeepSeek utilizou os resultados gerados pela sua família de modelos Leia também: Confúcio, filósofo: “A vida é realmente simples, mas insistimos em torná-la complicada.”

Claude para criar dados sintéticos. Essas informações teriam sido usadas para treinar e refinar os produtos da própria companhia chinesa, configurando uma violação aos termos de uso da plataforma americana. Até o momento, a DeepSeek tem ignorado o histórico de acusações.

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