Como estão oitavas da Sul-Americana com Vasco e Bragantino classificados e quem
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Carlo Ancelotti admitiu tardiamente sua responsabilidade na eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, avaliou Arnaldo Ribeiro no UOL News Esporte, do Canal UOL.
O comentarista questionou o "timing" do técnico italiano, que fez uma mea-culpa no retorno ao Brasil e disse que errou na parada para hidratação do segundo tempo, quando o jogo ainda estava 0 a 0.
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Agora que ele descobriu? Todos os jogos praticamente da Copa do Mundo foram decididos depois da última parada. E ele tem responsabilidade grande na última parada. É o momento em que o treinador pode fazer as suas últimas intervenções. Ele foi para a última parada com aquelas substituições, para mim, esdrúxulas. O outro técnico trabalhou melhor e ele perdeu o jogo.
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O colunista Walter Casagrande disse que a explicação do técnico faz sentido, mas destacou que o problema foi mais amplo. Casão apontou falhas na marcação e criticou a falta de um plano para conter Haaland, que marcou dois gols na reta final da partida.
Ele está certo no que ele falou. Foi óbvio, mas ele errou em mais coisas. Nessa partida, principalmente contra a Noruega, a não preocupação individual com o Haaland custou. Ele não pode ter facilidade para antecipar o zagueiro, dominar uma bola na entrada da área sem ter ninguém por perto e finalizar. Então ele pecou, errou.
Walter Casagrande
'Reformulação geral'
Eu acho que essa renovação é mais profunda do que a gente imagina. Não é só meio-campistas. A parte defensiva da seleção era toda veterana. Do Casemiro para trás: goleiro, zagueiros, laterais. Ele vai ter que reformular geral.
Arnaldo Ribeiro Mais de esporte
Para Arnaldo, o desafio é repensar a espinha dorsal do time e usar o tempo até 2030 para consolidar escolhas. O comentarista entende que Ancelotti precisa trabalhar com o que já existe, sem esperar uma mudança imediata no perfil de formação de atletas no país.
Enquanto está tendo um processo, se tiver, de reformulação da formação de jogadores brasileiros, ele tem que, na seleção principal, que usar os jogadores prontos, criar soluções com os jogadores que temos, os mais talentosos.
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Casagrande foi na mesma linha de raciocínio e citou nomes para ocupar a função de camisa 10, que Ancelotti mencionou como carência na seleção. Ele sugeriu testar Estêvão na posição.
Ele tem que procurar um cara que desequilibra, foi isso que ele falou, um 10 e tal. Cara, tenta o Estêvão com a 10, coloca o Rayan na direita, o Endrick e o Vinícius Júnior. Tenta o Estêvão, ele era 10 na base.
Walter Casagrande


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