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Ler matéria →As ferramentas de inteligência artificial (IA) comumente coletam dados de um banco fornecido pelos desenvolvedores para fornecer as respostas adequadas. Fazem parte dessas informações matérias jornalísticas, livros, imagens, filmes, roteiros e até mesmo vídeos específicos.
Nesta semana, a renomada atriz Cate Blanchett lançou uma nova ferramenta que proíbe a IA de utilizar sua imagem— ou de quem se interessar— e controlar as diretrizes do que pode ser realizado a partir de obras em que ela estiver. O modelo se chama Human Consent Registry, lançado pela organização sem fins lucrativos de Blanchett, a RSL Media.
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Até o momento, a ferramenta permite que pessoas nos Estados Unidos e na União Europeia criem um registro pessoal que pode ser usado para definir como sua identidade pode ser utilizada por sistemas de IA.
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A organização criadora alega que a identidade é propriedade intelectual, e toda pessoa deve ter uma maneira clara de dizer o que pode e o que não pode ser usado pela tecnologia.
Como funciona a ferramenta de Cate Blanchett contra IA?
Os interessados podem criar uma conta e preencher um formulário com informações biográficas, como nome e profissão, além de opções para identificar sua identidade, como um site ou perfil em redes sociais.
Em seguida, os usuários escolherão um nível de “consentimento para uso de IA”, configurado como um semáforo: Proibido (vermelho), Permitido com Termos (amarelo) ou Permitido (verde). Mais de economia
Após a conclusão, a pessoa receberá um ID de Consentimento Humano, que os sistemas de IA poderão verificar antes de incluir qualquer parte da imagem da pessoa em seus dados de treinamento. Leia também: VEJA GOLS: RD Congo vira sobre o Uzbequistão e consegue classificação épica
A proteção será para nome, imagem, semelhança, voz, movimento e outras características pessoais ou de assinatura daqueles que se cadastrarem. Porém, não há até o momento um mecanismo de fiscalização para garantir que as empresas de IA cumpram essa exigência.
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Camila Lutfi
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