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Caiado diz que decisão sobre facções deveria ter sido tomada mais cedo pelo

Caiado diz que decisão sobre facções deveria ter sido tomada mais cedo pelo próprio governo brasileiro Pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado participou de

Caiado diz que decisão sobre facções deveria ter sido tomada mais cedo pelo
Caiado diz que decisão sobre facções deveria ter sido tomada mais cedo pelo próprio governo brasileiro

Pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado participou de reunião-almoço nesta sexta-feira (29). Declarações ocorrem após governo norte-americano anunciar inclusão de grupos criminosos em lista.


  • Ronaldo Caiado (PSD) participou de reunião-almoço na CIC Caxias do Sul (RS) nesta sexta-feira (29).

  • O político criticou a atuação do governo federal após os EUA classificarem o PCC e o CV como organizações terroristas.

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  • Em palestra, Caiado questionou a soberania nacional frente ao avanço das facções criminosas no país.

  • O pré-candidato afirmou que os grupos criminosos atuam como multinacionais e invadem a economia e a política. Leia também: Quais as visões sobre a decisão dos EUA sobre PCC e CV

'Já era uma decisão tomada desde o ano passado', diz Gakiya

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O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, criticou a atuação do governo federal no combate ao crime organizado durante palestra na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC Caxias), na Serra Gaúcha, nesta sexta-feira (29).

As declarações ocorreram em resposta ao anúncio dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

🔎 A decisão do Departamento de Estado norte-americano, que motivou o debate, designa o PCC e o CV como terroristas globais com efeito imediato. A inclusão definitiva na lista de organizações terroristas estrangeiras deve ocorrer em 5 de junho. O governo dos EUA aponta que os grupos estão entre os mais violentos do Brasil e são responsáveis por ataques contra policiais, autoridades públicas e civis. Mais de politica

Durante o evento com o tema “Segurança: devolver o Brasil aos brasileiros de bem”, Caiado rebateu o discurso do governo federal sobre soberania e cobrou ações mais rápidas.

"Nós sabemos que esta situação já deveria ter sido tomada mais cedo pelo próprio governo e não criar uma situação extremamente desconfortável, que ela mora para os 120 milhões de brasileiros assistindo a essas ações", disse.
"Agora, a tônica do governo vai ser focar, dizer: 'olha, é a soberania'. Que soberania tem 50 milhões de brasileiros que vivem sob o comando do 'Estado do crime'? Que soberania tem a Amazônia brasileira, que é comandada pelo narcotráfico mexicano, venezuelano e colombiano?", declarou.

Sobre o crescimento das facções, o pré-candidato destacou a dimensão internacional do problema e, segundo ele, a decisão norte-americana reflete a gravidade do cenário.

"Hoje o que nós estamos assistindo chega a ser deprimente. Onde o governo americano é obrigado a reconhecer essas instituições criminosas como terroristas", afirmou. "Se eu estivesse no governo, eu já tinha decretado como terrorista e já tinha ampliado muito mais as penas."

Caiado também alertou para a entrada de criminosos nos negócios e nas instituições públicas.

"Elas estão invadindo a economia formal. Hoje você não sabe se aquela pessoa que está numa empresa se ele realmente está ali com o investimento dele ou se aquilo ali é lavagem de dinheiro", afirmou.

O pré-candidato defendeu a necessidade de uma postura ética dos governantes para enfrentar as organizações.

Essa eleição deste ano, ela será a eleição que nós discutiremos a eleição do ponto de vista moral. Esse é o grande divisor de águas. O candidato à presidência da República tem que ter autoridade moral para poder chegar àquela cadeira", declarou.
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Quais as visões sobre a decisão dos EUA sobre PCC e CV
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Quais as visões sobre a decisão dos EUA sobre PCC e CV

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