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A diretoria do Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira, 30, resolução que aprimora a regulamentação do serviço de pagamento ou transferência internacional (eFX). O objetivo, segundo o BC, é reforçar a segurança, a transparência e o alinhamento do Brasil aos padrões globais de prevenção a ilícitos financeiros. O eFX é usado para pagar compras no exterior, contratar serviços internacionais e fazer transferências internacionais de recursos. Leia também: Trump endossa Infantino sobre Irã na Copa, mas desdenha: “Eles têm bom time?”
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O BC informou ainda que a nova norma é resultado de uma consulta pública realizada em 2025. A regra estabelece que o “serviço eFX será restrito a instituições autorizadas a funcionar pelo BC. As instituições que ainda não possuam essa autorização poderão continuar prestando o serviço eFX, desde que peçam ao BC a autorização para funcionamento até maio de 2027”.
As instituições terão que prestar informações detalhadas ao BC mensalmente e utilizar contas segregadas, destinadas exclusivamente ao trânsito de recursos de clientes de eFX. O objetivo é fortalecer a supervisão e a proteção aos usuários do serviço. Mais de economia
A regra também amplia o serviço eFX, permitindo transferências relacionadas a investimentos no mercado financeiro e de capitais, no Brasil ou no exterior, até o valor equivalente a US$ 10 mil. A nova resolução entra em vigor em 1º de outubro de 2026. Leia também: DOU extra traz MP sobre linha de crédito para aquisição de caminhões e ônibus
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