Avião dá meia volta por causa de caixinha Bluetooth com nome suspeito
Brincadeira termina em dor de cabeça para os passageiros do voo UA236, que saiu dos EUA rumo à Espanha. Brincadeira termina em dor de cabeça para os passageiros do voo UA236, que saiu dos EUA rumo à Espanha. Uma única caixa de som Bluetooth a bordo de um voo nos Estados Unidos foi suficiente para mudar a rota do avião, que voltou ao aeroporto de origem por questões de segurança.
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O motivo não foi interferência de sinal ou bateria, mas o seu nome: ela mostrava um termo “de quatro letras” no pareamento – muito provavelmente “bomb”, bomba em inglês.
Diante disso, os pilotos da United seguiram os protocolos de segurança e retornaram. O voo UA236 saiu de Newark, nos EUA, no último sábado (30/05) rumo a Palma de Mallorca, na Espanha, e já sobrevoava o Oceano Atlântico quando a ameaça foi detectada. Segundo relatos de passageiros no Reddit, a tripulação pediu que todos os dispositivos
Bluetooth fossem desligados, insistindo ainda que dois deles seguiam com pareamento ativo mesmo após a solicitação. Alguém da equipe teria até mesmo falado que a “brincadeirinha” prejudicaria a todos. E o prejuízo realmente foi chato: o avião precisou voltar para dar sequência às medidas de segurança.
O Verge noticiou o caso e teve acesso a uma gravação feita pelo Controle de Tráfego Aéreo confirmando que o retorno a Newark seria necessário. O áudio também explica os protocolos de segurança, que passam por uma inspeção completa da aeronave e a evacuação dos passageiros. Mas, no final das contas, uma coisa não foi confirmada: o nome da caixinha de som em si. Mais de tecnologia
Por toda a situação com “uma certo nome de quatro letras”, provavelmente se tratava de mesmo de “bomb”. Alguns eletrônicos não são bem-vindos na aviação civil, principalmente por conta das baterias de lítio. Em 2024, por exemplo, um incêndio causado pelo superaquecimento do componente em um notebook levou à evacuação de um avião no aeroporto de São Francisco, nos EUA. Leia também: Galaxy S25 Ultra (256 GB) despenca 59% em oferta por até 12x sem juros no
Essa preocupação é frequente para agências de aviação pelo mundo pelo menos desde a explosão de um Galaxy Note 7 em 2016, também nos Estados Unidos. Outra situação semelhante envolveu a proibição de MacBooks Pro de 15 polegadas fabricados entre 2015 e 2017, justamente pelo risco de incêndio. Mais recentemente, os power banks também têm passado por restrições após uma medida da Organização Internacional de Aviação Civil.
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