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A visita de Donald Trump à China nesta semana foi a primeira visita de um presidente americano em quase dez anos ao país, e Pequim estendeu o tapete vermelho, levando-o a alguns de seus locais históricos mais emblemáticos.
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E Trump demonstrou estar impressionado.
Para a China, o cuidadoso roteiro da visita parece ter sido planejado para exibir seu poder, sua longa trajetória histórica e mostrar ao mundo que o país mantém as portas abertas aos visitantes.
A seguir, conheça os três lugares icônicos que fazem parte da cúpula entre Xi Jinping e Trump. Leia também: Como terminou o encontro entre Trump e Xi Jinping na China, mais simbólico do
1. Grande Salão do Povo

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O prédio estatal, localizado a oeste da Praça da Paz Celestial, é o lugar onde se reúne a Assembleia Popular Nacional da China e costuma ser usado para receber líderes estrangeiros.

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Inaugurado em 1959, o prédio foi um dos "Dez Grandes Edifícios" erguidos para comemorar o décimo aniversário da República Popular da China.
O enorme complexo abriga centenas de salões e escritórios. O auditório tem capacidade para mais de 10 mil pessoas, enquanto o salão de banquetes de Estado pode receber simultaneamente 5 mil convidados para jantar. Mais de mundo
2. O Templo do Céu

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Após as conversas bilaterais, os líderes visitaram o Templo do Céu, um complexo imperial de 600 anos de antiguidade que Trump classificou como um "lugar magnífico".
Assim, ele se tornou o segundo presidente dos Estados Unidos em exercício a visitar o local, depois de Gerald Ford, em 1975. Leia também: Suspeito de elo com PCC e maior sonegador do Brasil: quem é o empresário

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A disposição de seus 92 edifícios, situados entre jardins e bosques, simboliza a relação entre a Terra e o Céu.
3. Zhongnanhai

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No segundo dia da cúpula, Xi e Trump posarão para uma "foto da amizade" e apertarão as mãos em Zhongnanhai, um antigo jardim imperial localizado ao lado da Cidade Proibida, no centro de Pequim.
Um letreiro na entrada diz: "Viva o grande Partido Comunista da China!".

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