Professor de música é preso por suspeita de assediar crianças em conservatório de Uberlândia

Prisão ocorreu enquanto o homem dava aula na unidade. Segundo a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, ele, que era contratado, teve o vínculo encerrado no mesmo dia.


  • Um professor de música foi preso pela Polícia Militar suspeito de assediar crianças de 10 anos no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli, em Uberlândia.

  • O nome do suspeito não foi divulgado, e a polícia ainda não informou como o assédio ocorreu.

  • A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais informou que a direção do conservatório tomou conhecimento do caso e adotou imediatamente as providências.

  • O professor, que atuava em regime de contratação temporária, teve o vínculo encerrado no mesmo dia, depois da confirmação da denúncia e da prisão pelas autoridades.

  • Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que o professor está preso no Presídio Professor Jacy de Assis, também em Uberlândia.

Conservatório Estadual Cora Pavan Capparelli — Foto: Facebook/Reprodução

Um professor de música, de 44 anos, foi preso pela Polícia Militar suspeito de assediar crianças de 10 anos no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli, em Uberlândia.

Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que o professor deu entrada no Presídio Professor Jacy de Assis, também em Uberlândia. O nome dele não foi divulgado, e a polícia ainda não informou como o assédio ocorreu.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) disse que a direção do conservatório adotou imediatamente as providências após tomar conhecimento do caso. O professor, que atuava em regime de contratação temporária, teve o vínculo encerrado no mesmo dia, depois da confirmação da denúncia e da prisão pelas autoridades.

Ainda segundo a secretaria, também foi realizada uma reunião com os pais das alunas envolvidas. "O Núcleo de Acolhimento Educacional (NAE), formado por profissionais de psicologia e assistência social, foi acionado para prestar acompanhamento e suporte às crianças e às famílias".

A SEE destacou que não tolera nem admite qualquer forma de assédio ou violência no ambiente escolar e afirmou que acompanha o caso, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

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