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Praga pode aparecer ao longo de todo o ciclo da planta e exige monitoramento constante.


1_Cigarrinha é considerada a principal praga da cultura da uva no Vale do São Francisco_Seiva do Vale — Foto: Acervo/Seiva do Vale

Considerada a principal praga da cultura da uva no Vale do São Francisco, a cigarrinha segue preocupando produtores da região não apenas pelos prejuízos causados de forma imediata à safra, mas também pelos impactos acumulados ao longo dos ciclos produtivos.

De hábito sugador, o inseto está presente durante todo o ciclo da videira (que varia de 100 a 120 dias, a depender da variedade) e já apresenta incidência crescente também na cultura da manga. Essa presença contínua da praga é um dos principais entraves ao seu controle.

Ela pode ser encontrada desde o período de repouso da planta, após a colheita e antes da poda, passando pela fase de brotação, que acontece cerca de 14 dias após a poda, e se estende até a colheita. Essa permanência ao longo de todas as etapas do desenvolvimento da cultura exige monitoramento constante e estratégias integradas de manejo.

Planta comprometida

Além disso, os danos provocados pela cigarrinha atingem diferentes partes da planta. Nas folhas, o ataque causa encarquilhamento; nos ramos, compromete o desenvolvimento de futuras brotações; e, nos frutos, resulta em uvas de menor qualidade. Sua presença também reduz a produtividade da safra, afeta o material vegetativo e gera prejuízos que se acumulam para as safras seguintes.

Diante desse cenário, a equipe técnica da Seiva do Vale reforça que o controle deve ser contínuo e preventivo, evitando ao máximo a instalação de altas infestações no parreiral. Quando a praga se estabelece sob alta pressão, o manejo torna-se consideravelmente mais difícil e custoso.

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