Polícia prende "homônimos" de líderes do PCC por morte de ex-delegado
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta terça-feira (13/1), três supostos integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) apontados como mandantes da morte do ex-delegado geral Ruy Ferraz Fontes, em 15 de setembro do ano passado.
Entre os detidos estão Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, que seria conhecido como Azul, Márcio Serapião Pinheiro, o Velhote, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, o Manoelzinho.
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1 de 12 Três foram presos em nova operação que investiga homicídio de ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes Reprodução 2 de 12 Marcio Serapião de Oliveira, vulgo Velhote ou MC, preso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes Polícia Civil de São Paulo 3 de 12 Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, vulgo Manezinho ou Manoelzinho, preso caso Ruy Ferrazpreso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes Polícia Civil de São Paulo 4 de 12 Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, vulgo Azul ou Careca, preso em operação que investiga o homicídio do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes Polícia Civil de São Paulo 5 de 12 Pedro Luiz da Silva Moraes, vulgo Chacal, foragido em operação que prendeu suspeitos de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes Polícia Civil de São Paulo 6 de 12 Ruy Ferraz Fontes foi ex-delegado-geral da Polícia Civil Divulgação/ SSP-SP 7 de 12 Quando foi morto, ele atuava como titular da Secretaria de Administração de Praia Grande Divulgação/ SSP-SP 8 de 12 Câmeras de segurança flagraram dinâmica da emboscada Reprodução/ Câmera de segurança 9 de 12 Delegado bate carro em ônibus e é alvo de fuzilamento Reprodução/ Câmera de segurança 10 de 12 Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado Enzo Marcus/Metrópoles 11 de 12 Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado Enzo Marcus/Metrópoles 12 de 12 Cemitério da Paz no Morumbi, onde o ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi enterrado Enzo Marcus/Metrópoles
Anteriormente, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) havia informado que Azul seria o líder do PCC Fernando Gonçalves dos Santos, integrante da Sintonia Final da facção e acusado de planejar atentados contra autoridades, como o senador Sergio Moro (União) e o promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo.
A informação chegou a ser publicada pelo Metrópoles e por outros veículos.
Minutos depois, a pasta enviou documento com informações diferentes, indicando que se trata de uma outra pessoa.

Trata-se de João Aparecido Ferraz Neto, conhecido como João Cabeludo, que está na lista vermelha da Interpol e seria integrante da alta cúpula da facção.
Questionada pela reportagem sobre as informações repassadas, a pasta disse que foi um “erro” e se desculpou pelo ocorrido.
A cúpula da Secretaria da Segurança Pública (SSP) marcou entrevista coletiva no fim da tarde desta terça-feira (13) para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Morte de Ruy

A vítima havia deixado a prefeitura minutos antes, em seu carro, quando foi perseguida pelo veículo dos assassinos, do qual tentou fugir.
O relatório policial descreve que “os autores portavam armamento de guerra com elevado poder destrutivo”.

Quem são os presos Fernando Alberto Ribeiro Teixeira é apontado, em um relatório de investigação, como “um dos articuladores do mando da ação criminosa, com indícios de participação no planejamento, na coordenação logística e na execução indireta do delito”.
O suspeito, de 48 anos, foi encontr