Ação foi realizada simultaneamente em Belém, Ananindeua e Barcarena e teve como alvo integrantes de uma associação criminosa ligada à facção Comando Vermelho.


  • A Operação Karma visa desarticular uma associação criminosa ligada ao Comando Vermelho, apontada como responsável por um crime violento ocorrido em outubro de 2025, na Vila dos Cabanos.

  • Das cinco prisões realizadas, três foram preventivas e duas em flagrante por tráfico de drogas, com seis outros envolvidos, incluindo o principal planejador, ainda foragidos.

  • A ação policial, que mobilizou 38 agentes, cumpriu mandados de prisão e busca em Belém, Ananindeua e Barcarena, seguindo uma primeira fase que recuperou bens roubados.

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Cinco pessoas foram presas durante a segunda fase da Operação Karma, deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (24), na Região Metropolitana de Belém. Três delas foram presas preventivamente e duas em flagrante por tráfico de drogas.

Segundo a Polícia Civil, a ação teve como alvo integrantes de uma associação criminosa ligada à facção Comando Vermelho, apontada pelas investigações como responsável por um crime violento registrado em outubro de 2025, na Vila dos Cabanos, em Barcarena.

Na época, o crime ocorreu na residência de um homem de nacionalidade indiana, localizada em Vila dos Cabanos. Durante o crime, as vítimas foram mantidas sob restrição de liberdade e o cidadão indiano foi alvo de agressões físicas pelos criminosos, resultando em lesões corporais graves.

Os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram cumpridos simultaneamente nos municípios de Belém, Ananindeua e Barcarena, com a participação de 38 policiais civis.

Polícia Civil prende integrantes de facção criminosa envolvidos em cárcere privado em Barcarena. — Foto: Divulgação/PCPA

Na primeira fase da operação, realizada ainda na época do crime, a polícia recuperou parte dos bens roubados das vítimas e prendeu um homem suspeito de receptação.

De acordo com a Diretoria de Polícia do Interior (DPI), ao todo dez pessoas estão envolvidas diretamente com o crime. Seis delas ainda não foram localizadas e são consideradas foragidas, entre elas o principal investigado, apontado como responsável por planejar a ação criminosa.

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