Muro do Palmeiras é pichado após goleada: 'Leila, seu negócio é roubar'
Lateral uruguaio pediu desculpas para a torcida e disse que time jogou com medo
O lateral-esquerdo Piquerez descreveu a goleada por 4 a 0 sofrida pelo Palmeiras para o Novorizontino, nesta terça-feira (20), como uma “vergonha”.
O uruguaio pediu desculpas para a torcida alviverde e afirmou que o time jogou com “medo”.
A verdade é que as primeiras palavras que vêm na minha cabeça é pedir desculpas ao torcedor, ao torcedor que veio apoiar hoje aqui.
A verdade foi uma vergonha o que aconteceu hoje.
Um time totalmente desconhecido dentro do campo.
Jogamos com medo, ninguém queria pegar a bola Piquerez, lateral do Palmeiras
“Infelizmente, aconteceu isso.
A gente agora tem que trabalhar, trabalhar muito.
É um golpe muito duro que recebemos, mas o próximo jogo é clássico, São Paulo, é nossa casa, então temos que virar a página e engolir essa derrota muito forte que aconteceu hoje”, acrescentou.
"Tem que ter autocrítica"

“Novamente, pedir desculpas.
Hoje foi uma vergonha”, disse novamente.
O que vamos falar no vestiário vai ficar no vestiário.
Somos um time muito grande, aqui todo mundo tem responsabilidade.
Os meninos que subiram agora e nós, que estamos faz mais tempo, todo mundo tem que ter autocrítica.
Senti vergonha do que aconteceu hoje, porque não pode acontecer.
É trabalhar portas para dentro para virar a chave Piquerez, lateral do Palmeiras Pior derrota do Palmeiras na era Abel Ferreira
Até então, a equipe tinha 100% de aproveitamento e nenhum gol sofrido.
Esse também foi o placar mais elástico de um revés do Verdão nos últimos 10 anos e a pior derrota de Abel Ferreira no clube.
O Palmeiras volta a jogar neste sábado (24), em clássico contra o São Paulo, na Arena Barueri, pela quinta rodada do Estadual.
Apesar do time misto, a defesa era a titular e reforçou que o Alviverde precisa de um novo zagueiro.
Khellven, Murilo, Gómez e Piquerez formaram a linha defensiva e nenhum foi bem — Murilo, inclusive, foi substituído por Benedetti logo após o intervalo (o jovem falhou no quarto gol do Novorizontino).
A direção sonha com o zagueiro Nino, do Zenit, como a solução para o setor.
Meio-campo voltou a ser problema, e Emiliano Martínez segue com dificuldades.
O Palmeiras negociou Aníbal Moreno no fim do ano passado e optou por não ir ao mercado por um camisa 5 após Luis Pacheco, de 17 anos, ser promovido ao profissional.
Emi fez mais um jogo ruim —deixou Robson livre no primeiro gol do Novorizontino—, e Luis segue como aposta.
Raphael Veiga foi titular mais uma vez e também não conseguiu jogar bem.
O Palmeiras negocia com Arias e Almada para reforçar o setor.

Andreas Pereira e Lucas Evangelista, titulares do ano passado, estão em transição física e seguem como baixas no Palmeiras.
Sem a dupla Flaco-Roque, o ataque também não funciona.
Vitor Roque foi baixa na partida após sentir dores no joelho direito contra o Mirassol, e Abel escalou um ataque com Allan, Flaco López e Riquelme Fillipi, mas o trio não se entendeu em campo.
No 2º tempo, o técnico apostou em Bruno Rodrigues e Luighi, que também não corresponderam —o segundo inclusive, pode ser negociado nesta semana.
O Alviverde volta a campo no sábado (24), às 18h30 (de Brasília), contra o São Paulo, na Arena Barueri.
A expectativa é de que uma equipe com força máxima para virar logo a página da pior derrota da era Abel.
Por que Palmeiras e Flamengo dominam com sobras o futebol sul-americano? Rodrigo Capelo explica 8:03 Crédito: Lucas Ghitelar e Felipe Pedro | Edição: João Abel A goleada por 4 a 0 sofrida pelo Palmeiras para o Novorizontino, na terça-feira, 20, pelo Campeonato Paulista, repercutiu em Portug