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A defesa de Carlos Miguel, do Palmeiras, em pênalti cobrado por Robson, do Novorizontino, teve grande mérito do goleiro, que esperou a definição do adversário, opinaram Casagrande e Danilo Lavieri, no Fim de Papo.

O duelo válido pelo jogo de ida da final do Paulistão terminou com vitória do Palmeiras por 1 a 0, na Arena Barueri. O jogo decisivo será em Novo Horizonte, no próximo domingo (8).

Casão: Escolha inusitada

O mérito todo é do Carlos Miguel. Porque o goleiro, 99% dos goleiros, ele dá uma mexida para um lado ou para o outro. É uma questão de reflexo. O cara levanta o pé para bater, ele dá uma andadinha para um lado ou mexe para um lado. Ele ficou parado. Isso daí eu acho que acabou com os planos do Robson. [...] Foi uma escolha inusitada.
Walter Casagrande