'Me senti em casa': aos 254 anos, Porto Alegre reúne histórias de estrangeiros que escolheram a capital dos gaúchos como lar

No aniversário da cidade, um alemão, uma congolesa e uma norte-americana contam o que os fez escolher o local como novo lar.


  • Há 254 anos, Porto Alegre é um mosaico de culturas. Uma cidade que atrai e acolhe pessoas de todo o mundo.

  • Em uma série de reportagens, o RBS Notícias mostrou o que encanta quem cruza fronteiras e oceanos para viver aqui.

  • As histórias de um alemão, uma congolesa e uma norte-americana revelam diferentes motivos para uma mesma decisão: fazer da capital gaúcha um lar.

  • Seja pela cultura, pela segurança ou pelas oportunidades, eles encontraram aqui um lugar para pertencer.

'Me senti em casa', dizem estrangeiros que escolheram a Capital dos gaúchos como lar

'Me senti em casa', dizem estrangeiros que escolheram a Capital dos gaúchos como lar

Há 254 anos, Porto Alegre é um mosaico de culturas. Uma cidade que atrai e acolhe pessoas de todo o mundo. Em uma série de reportagens, o RBS Notícias mostrou o que encanta quem cruza fronteiras e oceanos para viver aqui.

As histórias de um alemão, uma congolesa e uma norte-americana revelam diferentes motivos para uma mesma decisão: fazer da capital gaúcha um lar.

As trajetórias são distintas, mas o sentimento que une esses novos porto-alegrenses é o mesmo. Seja pela cultura, pela segurança ou pelas oportunidades, eles encontraram aqui um lugar para pertencer.

Usina do Gasômetro, vista de cima, em Porto Alegre — Foto: Marcelo Viola/PMPA

Para o alemão Robert Schade, que vive há sete anos na cidade, a escolha foi motivada pela busca por qualidade de vida para criar o filho. Na época, ele recebeu uma proposta de trabalho e precisava optar entre São Paulo e Porto Alegre. Não pensou duas vezes.

“Acho que foi a opção certa. Gosto muito da cidade, muito verde, com muita qualidade de vida. Então, tô bem feliz aqui.”

A paixão pela literatura gaúcha, especialmente por Moacyr Scliar, fez com que ele se identificasse com os cenários descritos nos livros, como o Parque da Redenção e o bairro Bom Fim.

Já a jornada de Claudiane Ntumba Mwamba começou na República Democrática do Congo. Ela veio para estudar Arquitetura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A vida social e a natureza da cidade encantaram a jovem. "O que mais gostei é a convivência, sabe? Como a gente se reúne para um churrasco, para tomar chimarrão", conta.

O pôr do sol no Guaíba foi amor à primeira vista, um lugar que ela ama visitar de bicicleta.

Para a norte-americana Kylie Ferreira, a sensação de pertencimento foi imediata. Professora e empresária, ela já havia morado em países como Mianmar e Tailândia, mas foi em Porto Alegre que se sentiu em casa de verdade.

"É uma cidade grande, mas não parece tão enorme. Eu me sinto segura aqui e tenho amigos que são como família", afirma. Na Capital, ela conheceu o marido, teve um filho e abriu uma cafeteria.

'Me senti em casa', dizem estrangeiros que escolheram a Capital dos gaúchos como lar. — Foto: Reprodução/RBS TV

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