Lula quer expulsão de servidor que agrediu mulher e criança no DF
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Lula exige demissão de servidor da CGU, David Cosac Junior, flagrado agredindo a ex-companheira e o filho de 4 anos.
A CGU abriu processo disciplinar e o afastou de chefia.
A Justiça concedeu medida protetiva para a criança.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta quinta-feira, 25, a abertura de processo disciplinar e a demissão do servidor público federal David Cosac Junior, da Controladoria-Geral da União (CGU), flagrado por câmeras de segurança agredindo sua então companheira e o filho dela, um menino de apenas quatro anos, em frente ao elevador na garagem do prédio em que viviam, em Águas Claras (DF).
Na noite da véspera de Natal, 24, a Justiça do Distrito Federal concedeu uma medida protetiva para o menino.
O presidente disse que a agressão “é inadmissível” e determinou ao ministro Vinícius Marques de Carvalho, chefe da CGU, a abertura de processo administrativo disciplinar.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem.
Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho.
O combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra as mulheres é um compromisso e uma prioridade do meu governo”, disse o petista nas redes.
Ele proibiu o servidor de entrar nos prédios do órgão e o removeu do cargo de chefia em que ele estava temporariamente, além de determinar a abertura de processo disciplinar.
“No âmbito administrativo, a CGU já adotou providências imediatas.
Os fatos divulgados indicam violação grave aos deveres funcionais previstos na Lei nº 8.
112/1990, especialmente ao artigo 116, inciso IX, que impõe ao servidor público o dever de manter conduta compatível com a moralidade administrativa”, diz parte do comunicado.
Cosac Junior foi flagrado por câmeras de segurança da garagem do prédio em que vivia agredindo a sua ex-companheira e o filho dela, um menino de quatro anos.
Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver que o menino está no colo da mãe, quando o servidor começa a desferir socos e tapas contra os dois.
Ela tenta desviar das agressões e defender o filho, até o ponto de os dois caírem no chão.
A agressão aconteceu no dia 7 de dezembro.
Continua após a publicidade Depois disso, a mulher decidiu terminar o relacionamento.
Foi aberta uma investigação criminal.
A mãe pediu medidas protetivas apenas para o menino.
Ele foi avaliado pelo Instituto Médico-legal (IML), que confirmou as agressões que estão no vídeo.
A juíza Roberta Magalhães, do Juizado de Violência Doméstica de Águas Claras, determinou nesta quarta, 24, que Cosac Junior não pode se aproximar a menos de 300 metros do menino, frequentar a casa dele ou tentar qualquer tipo de contato, telefônico ou por mensagens eletrônicas, com ele.
O espaço está aberto para manifestação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou, nesta quinta-feira (25), a abertura de processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) para “responsabilização e expulsão” do serviço público federal do servidor do órgão que agrediu uma mulher e uma criança, no Distrito Federal.
As imagens da agressão circulam nas redes sociais.
“O combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra as mulheres é um compromisso e uma prioridade do meu governo”, escreveu Lula em publicação nas redes sociais, classificando o episódio como uma “agressão covarde” e “inadmissível”.
Para o presidente, é preciso uma resposta firme do poder público.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem.
Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e for