Jovens com síndrome de Down compartilham como é a rotina no mercado de trabalho: 'eu realmente amo'
Gabriel Barbosa, de 22 anos, e Ana Carolina Piragine, de 27, atuam em Ribeirão Preto (SP) e mostram como o emprego formal garante autonomia e inclusão social.
-
Gabriel (22) e Ana Carolina (27), diagnosticados com síndrome de Down, mostram como a carteira assinada garante autonomia e inclusão em Ribeirão Preto (SP).
-
Segundo o IBGE, que engloba a síndrome no grupo de "deficiência intelectual", apenas 5,3% dessas pessoas conseguem uma vaga formal de trabalho no país.
-
Atendente de fast food, Gabriel destaca o prazer no atendimento ao público e a liberdade de usar o próprio salário para traçar planos de consumo.
-
Auxiliar administrativa, Carol usa a confiança adquirida no escritório para manter uma vida independente, conciliando o trabalho com academia, teatro e inglês.