Camarote do MorumBis: o que é o caso que abala a gestão do São Paulo 2:31 Clube abre sindicâncias para investigação de vendas ilegais de ingressos de espaço conhecido como 'Sala Presidencial'.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar possíveis desvios de verbas no São Paulo em negociações feitas para a venda de jogadores.
Dirigentes do clube do Morumbi seriam beneficiados com valores que deveriam ir para o caixa do time.
O São Paulo diz não ter conhecimento do caso, já a Secretaria de Segurança Pública do Estado informa que “as investigações estão em andamento pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, em segredo de Justiça, motivo pelo qual detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho policial”.
O caso não tem relação com a situação envolvendo a descoberta de uma suposta venda irregular de ingressos de camarotes do MorumBis em shows, revelada na semana passada.
Enquanto a situação da venda de atletas teve origem na Polícia Civil, o inquérito sobre o esquema das entradas para apresentações musicais deve ser provocado pelo Ministério Público nos próximos dias.
São Paulo é tratado como vítima de supostas ações irregulares de dirigentes.
Foto: São Paulo FC

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PUBLICIDADE O delegado Tiago Correia, responsável pela investigação sobre o acordo de patrocínio entre o Corinthians e a Vai de Bet, é quem conduz a apuração do esquema na venda de atletas.
A pedido do Ministério Público, também deve ficar sob seu comando o episódio dos ingressos de camarotes.
A informação sobre o inquérito que apura desvios de verbas de vendas de atletas foi publicada inicialmente pelo Blog do Paulinho e confirmada pelo Estadão.
Uma fonte ouvida pela reportagem indiciou que há elementos contundentes na investigações, da mesma natureza dos áudios reveladores do possível esquema clandestino de venda de ingressos para shows.
Publicidade A mesma fonte defendeu que as investigações caminhem separadamente e afirmou que o São Paulo Futebol Clube é tratado como vítima em ambos os casos.
Segundo o Uol, a Justiça autorizou a quebra de sigilo bancário de dirigentes e empresários que estariam envolvidos com a venda de atletas.
A apuração caminha para averiguar se, além de cartolas e agentes, pessoas próximas a estes núcleos também foram beneficiadas.
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O que diz o São Paulo O São Paulo Futebol Clube informa que não tem conhecimento de qualquer investigação da Polícia Civil em andamento.
O Clube se coloca à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades, caso seja formalmente citado.

Julio Casares, presidente do São Paulo Foto: Ricardo Moreira/Getty Images / Esporte News Mundo A Polícia Civil de São Paulo investiga a existência de desvios de recursos considerados "estruturados" e "sistemáticos" dentro do São Paulo Futebol Clube, segundo informações divulgadas pelo jornalista Paulo Cezar de Andrade.

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O inquérito é conduzido pelo delegado Tiago Correia, o mesmo responsável por indiciar Augusto Melo, ex-presidente do Corinthians, por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e furto qualificado.
Segundo a apuração divulgada pelo jornalista, a investigação já identificou indícios de desfalques que ultrapassam R$ 10 milhões, valor que pode ser significativamente maior à medida que a análise de documentos e contratos avança.
A suspeita é de que diversos setores do clube tenham sido afetados, incluindo o departamento de futebol do São Paulo.
Fontes ligadas ao inquérito ouvidas pelo jornalista apontam que os desvios não ocorreram de forma pontual, mas seguiram um padrão organizado, com métodos repetidos ao longo do tempo.
Isso levou a polícia a classificar o esquema como sistemático.
A investigação ainda está em fase inicial, e estudos ainda seguem em andamento para calcular a extensão do prejuízo e identificar eventuais responsáveis.
O inquérito já encontrou indícios que sugerem a participação presidente Tricolor, Julio Casares, segundo as informações divulgadas por Paulo Cézar de