Um dos principais integrantes da geração campeã do Mundo, Leandro concorda em parte com que diz Filipe Luís, e também aponta motivos para os impactos que aquele time teve.
Ninguém sabe o futuro, mas [81] foi uma geração que marcou demais porque foi o primeiro título da Libertadores e Mundial.
Foi uma geração que ficou quase que cinco anos ganhando, praticamente, tudo.
Ganhamos três brasileiros quase que em sequência, Carioca.
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E uma geração com, praticamente, quase todos os jogadores criados na Gávea.
A geração do Zico, Júnior, Rondinelli, depois Adílio, o Andrade, eu, o Mozer, o Vitor [Luis], [Claudio] Figueiredo, o Anselmo.
Era uma galera bem raiz.
Acho que ali demos o primeiro passo, vamos dizer assim, para o crescimento dessa nação toda.
Acho que o Filipe Luis tem razão em falar isso "Sobre o jogo [contra o PSG], a expectativa é que tudo pode acontecer.
Temos de reconhecer que o time deles é superior, futebol europeu com muito mais força, velocidade.
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[PSG} Está, seguramente, entre os cinco melhores do mundo.
Temos de fechar a casinha e tentar surpreender, mas, tratando-se do Flamengo, tudo pode acontecer.
É aquele ditado: 'jogo é jogado, lambari é pescado'.
Estou passando energias positivas, esperando um bom jogo e, logicamente, um resultado favorável ao Flamengo", apontou.
Titular daquele time, Tita pontua que o time atual viveu um "ano maravilhoso" e pode fechar a temporada com um "prêmio muito valioso".

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Esse ano foi extraordinário para essa nova geração, um ano maravilhoso.
Conseguiram ganhar a Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro em uma só semana.
Acho que eles são muito merecedores desse momento do time.
E fechar o ano conquistando o Mundial seria um prêmio muito valioso.
Tita "A minha única preocupação é o estado físico dos jogadores.
O Flamengo está em final de temporada, após decisão de Libertadores, Brasileiro, dois jogos antes do PSG.
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E o PSG estava tomando suco de laranja.
Essa é a grande preocupação: o cansaço, mas nada que não possa ser superado com coração e alma.
Ver essa torcida do Flamengo dar show dá até vontade de vestir a chuteira e ir lá ajudar, ser o 12º [jogador]", completou.

O Flamengo

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sonha com o mundo de novo, e nesta quarta-feira, 17, disputa a grande final da Copa Intercontinental diante do Paris Saint-Germain , campeão da Champions League, em jogo único no Catar.
Na véspera do confronto, o técnico Filipe Luís exaltou os títulos da equipe rubro-negra, mas destacou ainda mais a história escrita pelo time de Zico.
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“Nunca nenhuma geração vai ser maior que a de 1981, que foi a primeira.
Se hoje existem 40 milhões de flamenguistas, foi por causa daquela geração”, disse Filipe Luís.
O técnico do Flamengo ainda questionou quantas pessoas levam o nome de Arthur no Brasil em homenagem ao Zico, e completou: “É uma geração que marcou uma época, fez os pais levarem seus filhos no Maracanã durante anos, com o Flamengo mal e eles apoiando, por causa daquela geração mágica.
Nunca ninguém vai chegar perto daquela geração”.
“Como eu já falei, e repito, esse grupo tem o interesse e o sonho de fazer a própria história.
E estamos construindo, com todos esses títulos que conquistamos nesse ano”.
Mundial e duelos contra europeus Filipe Luís também comentou sobre o desafio de enfrentar uma equipe europeia, assim como aconteceu no Mundial de Clubes nos Estados Unidos.
Na época, o Flamengo acabou eliminado pelo Bayern de Munique e o técnico recebeu críticas pela postura da equipe em campo.
“Cada jogo é um jogo diferente.
Não vamos jogar contra o Bayern, vamos jogar contra o Paris, por mais que a forma que eles pressionem tenha a mesma energia.
Acreditei naquela vez que era um plano para vencer o Bayern e eles foram melhores do que nós.
Agora, é outro plano, mas sem abrir mão dos nossos princípios, do que é o DNA do Flamengo.
É um outro jogo, outra história”.

O Flamengo está a uma partida de se tornar o clube não europeu com mais títulos oficiais conquistados em uma mesma temporada.
A pos