Família denuncia sequestro, polícia investiga e encontra homem em motel com amante em Águas Lindas
Homem enviou mensagens dizendo que estava em cárcere privado por causa de dívida com drogas e pediu R$ 450 à família. Segundo a polícia, história foi inventada para conseguir dinheiro.
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A polícia foi mobilizada em Águas Lindas após um homem de 41 anos enviar mensagens à esposa alegando cárcere privado por dívida.
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O homem solicitava R$ 450 para uma dívida de drogas, gerando grande apreensão na família sobre sua segurança.
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As investigações policiais revelaram que o homem estava em um motel de Águas Lindas, acompanhado de outra mulher.
Homem finge o próprio sequestro para tentar conseguir dinheiro da família. — Foto: PCDF/Divulgação
O que a família não esperava é que o morador de Brazlândia, no Distrito Federal, estava, na verdade, em um motel da cidade, acompanhado de outra mulher. Segundo a polícia, ele fingiu o próprio sequestro para tentar conseguir dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil do DF, a esposa e a mãe do homem procuraram a delegacia após receberem mensagens afirmando que ele corria risco de morte caso a dívida não fosse paga (veja os prints acima).
Nas mensagens, o homem diz que estava em uma “boca de fumo” e que vai pagar a dívida "com a vida". Ele ainda pede para a esposa "cuidar dar meninas".
Segundo a polícia, ele se recusava a informar a localização exata da "boca". Preocupada, a esposa pediu que ele enviasse um áudio para confirmar que era realmente ele quem estava falando. O áudio foi enviado, o que aumentou a apreensão da família.
A Polícia Civil, como o apoio da Polícia Civil de Águas Lindas, iniciou buscas para localizar o suposto cativeiro. Os policiais descobriram então que o homem não estava sequestrado, mas sim um motel de Águas Lindas.
"As investigações apontaram que a narrativa de sequestro teria sido forjada pelo próprio homem, com o objetivo de obter vantagem financeira junto a familiares", afirma a PCDF.
Ele foi levado à delegacia de Águas Lindas para os procedimentos cabíveis. Ele pode responder por falsa comunicação de crime e estelionato.
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