Ex de Vorcaro nega ter patrimônio ligado ao empresário; CPIs aprovam convocação para depoimento

Comissões parlamentares de inquérito do Crime Organizado e do INSS aprovaram a convocação de Martha Graeff.


Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, é modelo e influenciadora. — Foto: Reprodução/Instagram/@marthagraeff

A defesa de Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, em nota enviada ao blog, negou que a a modelo e influenciadora tenha patrimônio vinculado ao empresário.

"A Sra. Martha não possui imóveis, automóveis ou depósitos de valores decorrentes do relacionamento com o Sr. Daniel Vorcaro. Também não tem conhecimento sobre a existência de algum Trust que lhe envolva, seja nos Estados Unidos ou em qualquer outro país", afirma a nota.

➡️A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou nesta quarta-feira (18) a convocação de Martha. Segundo o relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), isso permitirá desvendar a "rede de relacionamentos financeiros dos investigados, identificar o eventual proveito econômico decorrente das práticas investigadas e adotar as medida legais cabíveis, confrontando os dados fornecidos pela CVM com os elementos probatórios já colhidos.”

Na semana passada, a CPMI do INSS também aprovou requerimento para convocação da modelo. Neste caso, como testemunha.

O advogado de Martha, Lucio de Constantino, informou que a modelo declara o patrimônio em seu "Tax Return", semelhante à Declaração de Imposto de Renda brasileira. Ela mora nos Estados Unidos há quase 20 anos. "Registro que demonstra claramente não ter havido nenhum aumento patrimonial em decorrência desse relacionamento", disse a defesa.

A defesa voltou a dizer que a exposição de privacidade da modelo é "uma violência, além de totalmente ilegal", e que ela está à disposição das autoridades brasileiras para esclarecimento.

👉🏻A modelo teve conversas íntimas com Vorcaro divulgadas. O conteúdo das trocas de mensagens entre a influenciadora e o banqueiro foi extraído dos celulares de Vorcaro apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante etapas anteriores da Operação Compliance Zero.

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