Enfrentamento da cigarrinha exige estratégias de manejo em três frentes
Produtor precisa garantir manejo químico, biológico e cultural.
2_Cigarrinha já apresenta incidência crescente também na cultura da manga Seiva do Vale — Foto: Acervo/Seiva do Vale
O enfrentamento da cigarrinha envolve três frentes principais: manejo químico, biológico e cultural. A combinação dessas estratégias é fundamental para proteger a fruticultura produzida no Vale do São Francisco da praga, que atua ao longo de todo o ciclo produtivo da planta.
A Seiva do Vale conta com um portfólio de tecnologias que são parceiras do produtor na missão de proteger a cultura da cigarrinha. No campo químico, é fundamental que o produtor identifique as ferramentas disponíveis no mercado e escolha os produtos conforme a pressão da praga observada no campo, a fase da cultura e o estágio de desenvolvimento do inseto.
Em situações de alta infestação, recomenda-se o uso de produtos com efeito de choque, capazes de proporcionar resposta imediata. Há opções de ação por contato e ingestão, que atuam de forma rápida na redução da população. Para um controle mais prolongado, entram em cena produtos sistêmicos, que garantem maior período de proteção.
Resultados otimizados
A alternância e associação entre diferentes mecanismos de ação são apontadas como essenciais para otimizar resultados e evitar o desenvolvimento de resistência. Entre as ferramentas disponíveis no mercado estão produtos com características distintas.
Entre os produtos da Bayer com foco nesta praga e disponíveis no portfólio da Seiva do Vale, o Sivanto Prime é apontado como uma das principais soluções para o controle da cigarrinha, com efeito prolongado. Enquanto isso, o Decis atua por contato e ingestão, oferecendo poder de choque e flexibilidade de aplicação, podendo ser utilizado até 20 dias antes da colheita, respeitando o Limite Máximo de Resíduo (LMR).
Já o Provado, um inseticida de ação sistêmica, é recomendado para fases anteriores à florada. E o Proud combina dois ingredientes ativos, um de contato e ingestão e outro sistêmico, proporcionando efeito rápido na redução da infestação e, ao mesmo tempo, maior consistência no controle ao longo do tempo.