Empregos têm queda de 71,5% no 1º bimestre na região; número é o menor da série histórica do novo Caged
Vale do Paraíba e região bragantina tiveram saldo positivo de 1.630 empregos formais entre janeiro e fevereiro.
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Dados do Caged mostram que as 46 cidades do Vale do Paraíba e região bragantina tiveram queda de 71,5% na geração de empregos no primeiro bimestre.
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De acordo com o levantamento feito pelo g1 com base nesses dados, a região fechou o primeiro bimestre do ano com um saldo positivo de 1.630 novos postos de trabalho.
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Apesar de positivo, o número é bem menor que o registrado no mesmo período do ano passado. Na ocasião, a região acumulava 5.729 empregos com carteira assinada na soma dos dois primeiros meses.
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Além disso, o número de 2026 é o pior da série histórica do novo Caged, que começou em 2020. Foi a primeira vez, inclusive, que a região terminou o período com menos de 2 mil empregos de saldo.
Empregos têm queda de 71,5% no 1º bimestre na região; número é o menor da série histórica do novo Caged — Foto: TV Globo/Reprodução
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (31) pelo Ministério do Trabalho, mostram que as 46 cidades do Vale do Paraíba e região bragantina tiveram queda de 71,5% na geração de empregos no primeiro bimestre de 2026.
De acordo com o levantamento feito pelo g1 com base nesses dados, a região fechou os dois primeiros meses do ano com um saldo positivo de 1.630 novos postos de trabalho.
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Apesar de positivo, o número é bem menor que o registrado no mesmo período do ano passado. Na ocasião, a região acumulava 5.729 empregos com carteira assinada na soma dos dois primeiros meses.
Além disso, o número de 2026 é o pior da série histórica do novo Caged, que começou em 2020. Foi a primeira vez, inclusive, que a região terminou o período com menos de 2 mil empregos de saldo.
Neste ano, considerando janeiro e fevereiro, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos, com um saldo positivo acumulado de 2.723 empregos formais. A indústria, por sua vez, fechou o período com saldo positivo de 708 empregos, enquanto a construção civil teve 230 novos postos de trabalho.
O destaque negativo do bimestre é o setor do comércio, que fechou o período com um saldo negativo de 1.974 empregos com carteira assinada. A agropecuária também ficou no vermelho, com o fechamento de 57 postos de trabalho.
Somente em fevereiro, a região teve um saldo positivo de 3.273 empregos formais. Apesar de ser alto, o número representou uma queda de 42,9% na comparação com fevereiro do ano passado, quando foram criados 5.730 empregos na região.