Contestação de provas, ‘pressão sobre testemunhas’ e saúde mental: as estratégias de Jairinho e Monique no caso Henry Borel

Defesa de Jairinho nega que ele tenha cometido agressões que levaram à morte da criança. Defesa de Monique diz que ela está deprimida com a proximidade do júri popular marcado para esta segunda-feira.


  • A defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, aposta na contestação de provas periciais e na falta de acesso a outros elementos da investigação para tentar absolver o réu.

  • Para advogados de Jairinho, ele é vítima de 'narrativas' e perseguição para incriminá-lo por lesões que levaram à morte de Henry Borel.

  • Já a defesa de Monique Medeiros pretende provar no Tribunal do Júri que ela não tinha conhecimento das agressões contra o filho e que vivia sob uma rotina de violência nas mãos de Jairinho.

  • Segundo sua defesa, Monique vem enfrentando um estado mental de fragilidade com a proximidade do julgamento. Os advogados querem provar aos jurados que Jairinho, além de cometer o crime, atuou para calar testemunhas do processo.