Conselheiras tutelares são destituídas por não apurarem denúncia de estupro de vulnerável em Amparo

Processo apurou um situação ocorrida em novembro de 2025. Escola encaminhou denúncia não acolhida.


  • Duas conselheiras tutelares de Amparo foram destituídas por ignorarem uma denúncia de estupro de vulnerável, configurando falta gravíssima.

  • O incidente ocorreu em novembro de 2025, quando as conselheiras alegaram que "não era um caso relativo ao conselho".

  • A destituição por prevaricação foi publicada no Diário Oficial, após apuração da Justiça e do Ministério Público.