Após morte de mediador, condutor que fugiu do local de acidente deve responder por homicídio no AC
Motociclista envolvido em batida deve responder ainda pelo agravante de fuga e omissão de socorro à vítima. Elimar Silva, de 52 anos, morreu na segunda (23) após mais de 1 mês internado.
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Polícia Civil indiciará motorista envolvido em batida que tirou a vida de Elimar Silva por homicídio de trânsito, com agravantes por fuga e omissão de socorro.
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Mediador de 52 anos morreu após mais de um mês internado por conta do acidente. Tipificação do caso de lesão corporal grave foi alterada por conta do óbito.
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Motocicleta de Elimar foi atingida por outra que fazia conversão proibida, e o condutor fugiu sem prestar socorro em 8 de janeiro, em Rio Branco.
Elimar Silva morreu após ficar mais de 1 mês internado por conta de um acidente de trânsito em Rio Branco — Foto: Reprodução
Após a morte do mediador Elimar Nascimento Silva, de 52 anos, vítima de um acidente de trânsito no dia 8 de janeiro, em Rio Branco, a Polícia Civil confirmou ao g1 nesta terça-feira (24) que o motorista envolvido na batida vai responder por homicídio de trânsito, com agravante pela fuga e omissão de socorro à vítima.
O delegado responsável pelas investigações, Leonardo Neves, explicou que o caso era tratado como lesão corporal grave no trânsito. Contudo, com o óbito do mediador, a tipificação do crime mudou.
A identificação do motorista não foi divulgada. Por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
Ainda conforme o delegado, o motorista ainda não foi ouvido no inquérito. "Estou aguardando a chegada do laudo pericial", resumiu Neves.
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Elimar morreu na última segunda (23) depois de mais de um mês internado no Pronto-Socorro de Rio Branco desde 8 de janeiro. Ele sofreu traumatismo craniano e, após a hospitalização, foi diagnosticado com pneumonia adquirida no hospital.
A batida ocorreu na Avenida Antônio da Rocha Viana, no bairro Vila Nova, em Rio Branco. A motocicleta dele foi atingida por outra moto que fazia uma conversão proibida. O motorista fugiu sem prestar socorro ao mediador.
No dia 16 de janeiro, o advogado do condutor esteve na Delegacia da 3ª Regional de Polícia Civil para colocá-lo à disposição da polícia. Na época, o delegado Leonardo Neves disse que o advogado colocou o cliente à disposição e o caso era tratato como lesão corporal de trânsito.
Elimar trabalhava como mediador para pessoas com deficiência visual na Escola Municipal Mário Lobão, no bairro Alto Alegre. A família mora no bairro Montanhês. Ele voltava de uma caminhada no Horto Florestal.