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O pré-candidato a presidente da República, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que pretende promover uma agenda de ajuste fiscal, caso seja eleito em 2026, e disse acreditar que as medidas poderiam gerar economia de cerca de R$ 10 trilhões ao longo de duas décadas.
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Segundo Zema, a redução de despesas públicas passaria por reformas administrativas, previdenciárias e revisão de benefícios sociais. Para ele, a combinação dessas medidas teria impacto direto sobre a trajetória dos juros no Brasil.
“Acabar com a gastança, reforma administrativa, previdenciais e de benefícios sociais vai fazer com que a perspectiva para o juros no Brasil tenha uma mudança muito rápida. Nos próximos 20 anos, vamos economizar algo em torno de R$ 10 trilhões. Esse resultado é factível”, afirmou em entrevista ao programa Canal Livre.
O governador mineiro comparou a proposta ao ajuste fiscal implementado durante sua gestão em Minas Gerais. “Será semelhante ao que fizemos em Minas Gerais”, disse. Mais de economia
Zema não detalhou quais benefícios sociais poderiam ser revistos nem apresentou estimativas técnicas sobre a composição da economia projetada. Também não especificou quais pontos da reforma administrativa seriam priorizados em um eventual governo. Leia também: Presidente do TST fala em juízes ‘azuis’ e ‘vermelhos’
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