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XP Asset estreia PREX11, primeiro ETF de renda fixa 100% prefixado da gestora

Ativos mencionados na matéria Publicidade A XP Asset ampliou sua prateleira de fundos de índice com o lançamento do PREX11, primeiro ETF da gestora dedicado

XP Asset estreia PREX11, primeiro ETF de renda fixa 100% prefixado da gestora

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A XP Asset ampliou sua prateleira de fundos de índice com o lançamento do PREX11, primeiro ETF da gestora dedicado integralmente a títulos públicos prefixados. O produto replica o índice IRF-M P2, da Anbima, composto por uma cesta de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional tipo F (NTN-F), com prazo médio ponderado superior a dois anos.

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A estreia preenche uma lacuna na grade de renda fixa da casa, que já contava com fundos atrelados à inflação e a indexadores pós-fixados, mas ainda não oferecia exposição pura à modalidade prefixada. A carteira tende a se beneficiar em cenários de queda da taxa básica de juros, característica que o produto chega ao mercado para explorar.

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Entre os diferenciais tributários, o PREX11 está sujeito à alíquota fixa de 15% de Imposto de Renda, independentemente do prazo de aplicação, escapando da tabela regressiva tradicional da renda fixa. As negociações das cotas são isentas de IOF e o fundo não tem come-cotas, a antecipação semestral de imposto cobrada de fundos de renda fixa e multimercados.

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A taxa de administração anual é de 0,15% — apontada pela gestora como a mais baixa do mercado para essa categoria —, e o preço unitário inicial das cotas foi fixado em R$ 50,00. Outro ponto destacado pela XP é o reinvestimento automático dos cupons semestrais pagos pelas NTN-Fs, operação que ocorre dentro do próprio fundo e sem incidência de IR, potencializando o efeito dos juros compostos em comparação à compra direta dos títulos.

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Aposta em ciclo de queda de juros

“É o nosso primeiro ETF 100% prefixado, e chama atenção por oferecer uma forma acessível e transparente de o investidor pessoa física se posicionar para um cenário de queda de juros”, afirmou Leonardo Vasques, gestor de fundos indexados da XP Asset.

Segundo o executivo, o produto também atende ao público institucional. “O novo ETF também serve como mais uma alternativa para que investidores institucionais atuem no mercado pré-fixado, onde contratos derivativos são populares entre as tesourarias de bancos e outros institucionais”, completou.

Com a novidade, a XP Asset chega a sete ETFs lançados em 2026, posição que a coloca na liderança da abertura de novos fundos de índice no país neste ano. A estratégia, segundo a gestora, é diversificar as soluções oferecidas e reforçar a competitividade dentro do segmento.

O movimento ocorre em meio à expansão acelerada da indústria de ETFs no Brasil. No início de abril, a categoria atingiu 1% de participação no patrimônio total do mercado de investimentos do país, alcançando a marca de R$ 100 bilhões sob gestão. Mais de economia

Linha completa de classes de ativos

“A aceleração da indústria revela o anseio do investidor por um produto que oferece diversidade, transparência e eficiência e, ao mesmo tempo, possui eficiência tributária”, afirmou Danilo Gabriel, sócio responsável pela área de fundos indexados da XP.

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Em apenas cinco meses, a XP Asset lançou 14 ETFs, apostando no segmento como um dos pilares para agregar valor à ponta final do cliente. Com o PREX11, a casa passa a oferecer cobertura nas principais classes de ativos disponíveis no formato.

“Com este lançamento, passamos a contar com alternativas de ETFs das principais classes de ativos, como pós-fixado, pré-fixado, inflação, renda variável local e internacional, comodities com e sem hedge e cripto ativos”, enumerou Gabriel.

A diferenciação tem sido o eixo central da estratégia da gestora. No início de abril, a XP Asset estreou de forma inédita o primeiro ETF de prata do mercado brasileiro, o SLVR11, que oferece exposição direta a contratos do metal negociados no mercado internacional.

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Osni Alves

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