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Xô, Microsoft ganha destaque após novo desdobramento em xô, microsoft: estado

Xô, Microsoft: estado na Alemanha cancela contrato bilionário Baviera rejeita acordo de quase R$ 6 bilhões com empresa dos EUA e decide adotar pacote de produtividade

Xô, Microsoft ganha destaque após novo desdobramento em xô, microsoft: estado

Xô, Microsoft: estado na Alemanha cancela contrato bilionário Baviera rejeita acordo de quase R$ 6 bilhões com empresa dos EUA e decide adotar pacote de produtividade soberano, feito com código aberto. Baviera rejeita acordo de quase R$ 6 bilhões com empresa dos EUA e decide adotar pacote de produtividade soberano, feito com código aberto. O estado alemão da Baviera anunciou o cancelamento de um acordo com a Microsoft.

O contrato previa a implementação do conjunto de aplicativos de produtividade da empresa na administração pública. Ainda em fase de planejamento, ele teria o valor de 1 bilhão de euros (cerca de R$ 5,91 bilhões, em conversão direta) por um período de cinco anos. A decisão foi anunciada pelo Ministério de Assuntos Digitais da Baviera.

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Segundo o órgão, o estado vai procurar um “pacote de produtividade básico soberano”, feito com base em componentes de código aberto. Fabian Mehring, chefe da pasta de Assuntos Digitais, defendeu que a mudança para ferramentas open source garantiria o uso dos serviços em crises, protegeria o estado contra aumentos de preço e permitiria priorizar a segurança dos dados.

Segundo o site Cybernews, o cancelamento foi assunto de uma queda de braço que durou meses. De um lado, estava o Ministério das Finanças, que defendia consolidar os contratos existentes e garantir descontos. Do outro, estava o Ministério de Assuntos Digitais, que defendia o uso de soluções open source.

O movimento da Baviera não é isolado. Munique, a capital do estado, passou a adotar ferramentas de código aberto como padrão para seus setores administrativos, deixando de lado os produtos da Microsoft. O governo local quer seguir o princípio de “dinheiro público, código público”, que defende que software pago com dinheiro de impostos deve estar disponível para o público no futuro. Mais de tecnologia

Além disso, a ideia é fugir dos preços altos e dos pacotes fechados oferecidos pelas grandes empresas. A decisão encontra eco no governo federal: em março de 2026, a Alemanha anunciou que os documentos do setor público seriam publicados somente em formatos abertos, deixando de lado formatos proprietários como o do Microsoft Word. Não é só a Alemanha que está fugindo de softwares proprietários— outros órgãos públicos europeus têm tomado decisões semelhantes, em países como a França, a Suíça e a Holanda. Leia também: MPF apura bloqueio de mais de 100 perfis LGBTQIA+ no Instagram

Além da economia, da segurança e da transparência, esse movimento visa reduzir a dependência de empresas dos Estados Unidos, temendo a imprevisibilidade do governo de Donald Trump e a possível ingerência nessas companhias. A França, inclusive, vai deixar de usar até mesmo plataformas de videochamadas como Microsoft Teams e Google Meet, adotando o Visio, desenvolvido especialmente para servidores públicos do país. Com informações do Cybernews {{ excerpt | truncatewords:

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