A nova regra da WTA e uma partida inesquecível
Ler matéria →O Vitória publicou, na tarde desta quinta-feira, uma nota de repúdio à declaração de Abel Ferreira sobre o zagueiro Luan Cândido, expulso por fazer sinal de roubo em confronto com o Palmeiras na última quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro.- Conheces o histórico do Luan Cândido? Aquele gesto é claro, muito claro.
O que o árbitro fez, seguiu as regras. É preciso coragem para seguir as regras– disse o técnico do Palmeiras ao analisar a expulsão do jogador do Vitória em entrevista coletiva. O Vitória defendeu Luan Cândido e comparou o número de punições do zagueiro com o de Abel Ferreira.
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Desde 2020, quando se profissionalizou, o zagueiro foi expulso seis vezes, menos da metade das do treinador, que assumiu o Palmeiras em novembro daquele ano. " Reiteramos nossa total confiança no caráter, na conduta profissional e na integridade de Luan Cândido, atleta que honra diariamente a camisa do Esporte Clube Vitória dentro e fora de campo", finalizou o Vitória na nota.
Horas depois foi a vez do próprio jogador usar as redes sociais para emitir uma nota sobre o assunto. Luan Cândido pediu desculpas aos torcedores do Vitória e questionou a fala de Abel Ferreira: " Qual seria meu histórico que foi falado.
". Nota de Luan Cândido sobre a falta de Abel Ferreira— dido faz sinal de roubo durante Vitória x Palmeiras— depois do árbitro Alex Gomes Stefano expulsar Cacá, também do Vitória, por entrada dura em Arias ainda no primeiro tempo do jogo disputado na última quarta-feira. Leia também: Jogador do Vitória desabafa contra Abel e 'cobra' técnico do Palmeiras
Minutos antes, o time rubro-negro já havia ficado revoltado com a não expulsão de Maurício, do Palmeiras. Com dois jogadores a mais, o Palmeiras goleou a equipe da casa por 4 a 0. Comentarista de arbitragem da TV Globo, PC Oliveira avaliou que o árbitro errou ao não expulsar o jogador do Palmeiras, mas acertou nos cartões vermelhos para Luan Cândido e Cacá.

Em pronunciamento depois da partida, o presidente do Vitória, Fábio Mota, disse que Cacá recebeu cinco pontos no queixo por conta da falta sofrida por Maurício. O dirigente também prometeu entrar com uma representação contra o trabalho da arbitragem. Leia a nota do Vitória na íntegra: "
O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua indignação diante das declarações proferidas pelo treinador da Sociedade Esportiva Palmeiras, Sr. Abel Ferreira, durante sua entrevista coletiva após a partida da última quarta-feira (29), nas quais questiona o caráter de nosso atleta Luan Cândido. “Conhece o histórico do Luan Cândido? Conhece o histórico dele?
”, disse Abel Ferreira. O atleta Luan Cândido estreou profissionalmente em 2020 e, desde então, acumula seis expulsões em seis anos de carreira, o que corresponde a uma média de uma expulsão por temporada, sendo quatro expulsões diretas e duas por dois cartões amarelos. Tratando-se de um defensor, trata-se de um número considerado baixo.
Durante o mesmo período, o treinador Abel Ferreira acumula 13 expulsões em jogos oficiais. Um número que representa mais do que o dobro da quantidade registrada por nosso atleta e, principalmente, parte de um profissional que deveria servir de exemplo para seus jogadores. O Esporte Clube Vitória defende que a arbitragem do futebol brasileiro deve ser aprimorada e profissionalizada, para que todos os clubes deixem de sofrer com atuações equivocadas que acabam prejudicando projetos inteiros. Mais de esporte
Por isso, causa-nos estranheza que o Sr. Abel Ferreira considere um lance claro de agressão como algo “no limite”, especialmente por se tratar de alguém que frequentemente manifesta insatisfação com a qualidade da arbitragem nacional. Por fim, reiteramos nossa total confiança no caráter, na conduta profissional e na integridade de Luan Cândido, atleta que honra diariamente a camisa do Esporte Clube Vitória dentro e fora de campo. "
PVC: Lance de Maurício não era para vermelho; decisão de campo é soberana Resumo O VAR deveria ter interferido menos e respeitado a decisão do árbitro de campo nos lances que geraram polêmicas e expulsões em Vitória x Palmeiras, avaliou Paulo Vinícius Celho no De Primeira, do Canal UOL.
O jogo foi marcado por reclamações sobre uma cotovelada de Maurício e pela expulsão de Cacá após revisão no VAR— no lance, o Leão baiano ainda teve outro jogador expulso no primeiro tempo. Para PVC, o critério da arbitragem como um todo foi incoerente. Se você tem um slogan na frente da Comissão de Arbitragem dizendo mais futebol e menos arbitragem, o VAR não interfere no lance do Maurício, o árbitro entendeu que era cartão amarelo, segue o jogo. Leia também: Gustavo Gómez sofre lesão na coxa e vira desfalque no Palmeiras
O árbitro não entendeu que é falta e entendeu o desarme que é feito com o joelho do Cacá. Eu até acho que o Cacá pega a perna do Arias antes do joelho dele pegar a bola. Mas ok, o árbitro entendeu uma coisa e seguiu o jogo.
O VAR não tem que interferir, na minha opinião, nem no lance do Maurício, nem no lance do Cacá. PVC PVC disse que achou normal o cartão amarelo aplicado a Maurício no momento do jogo, mesmo com o contato no rosto do adversário. O meia-atacante abriu placar na vitória por 4 a 0 do time de Abel Ferreira, o que aumentou ainda mais a polêmica e a reclamação do Vitória.
Você está vendo o jogo sem áudio, seguiu o jogo, eu não estranhei não ter sido expulso. Eu acho esse lance um lance de cartão amarelo, acho que é no limite, como disse o Abel, mas eu daria cartão amarelo. PVC Gabriel Sá discordou e disse que viu intenção no movimento do braço de Maurício, o que, para ele, implicaria o cartão vermelho.
Ele também apontou que o lance "tirou o Vitória do eixo", mas disse que isso não justifica perder a cabeça em campo. Eu acho que era o lance para o cartão vermelho. Você vê no lance que ele olha para o Cacá, então ele mapeia e solta o cotovelo, solta o braço.
É uma disputa de bola, mas ele tem uma força excessiva. Gabriel Sá Ao comentar a nota do Palmeiras sobre "narrativas" de favorecimento no Brasileirão, PVC disse que há um problema geral de arbitragem no Brasil, mas que acusações de "roubo" a favor de um clube exigem o levantamento de dados concretos que sustentem a tese.
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