Virada Cultural terá Manu Chao, K-pop e Masp aberto por 24 horas Péricles, Seu Jorge, Alexandre Pires e Marina Sena também estão confirmados no festival gratuito nos dias 23 e 24; Blue Note terá show especial A Virada Cultural 2026 acontece nos dias 23 e 24 com mais de 1 200 apresentações gratuitas, 21 palcos — cinco deles no centro — e algumas novidades em todas as regiões da metrópole. Na programação musical, entre os destaques, está o músico francês Manu Chao, conhecido pelo hit Me Gustas Tu, que tocará no Anhangabaú.
O local também receberá Marina Sena, Seu Jorge, Péricles, Alexandre Pires e Luísa Sonza, além de escolas de samba e atrações clássicas e jazzísticas, como o conjunto beninense Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou. Os principais shows de 2026 em São Paulo Outros artistas que farão shows pela cidade são Odair José, Sidney Magal, Black Pantera, Thiaguinho, Joelma, Gustavo Mioto e Ajulliacosta.
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Entre os palcos temáticos, a edição contará com espaços dedicados à música brega, a artistas mulheres e ao gospel. No Bom Retiro, com dois shows no fim de semana, ainda vai rolar a estreia brasileira do grupo de K-pop 1VERSE, formado por integrantes de origem sul-coreana, americana e japonesa. Instituições culturais terão participações inéditas no evento.
O Masp terá entrada gratuita e ininterrupta para visitação das exposições entre as 18h do sábado (23) até o mesmo horário de domingo (24). Também participam o Theatro Municipal, a Biblioteca Mário de Andrade, as 22 unidades do Sesc e o Museu da Imagem e do Som (MIS), com entrada franca no domingo (24). Casa de shows privada no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, o Blue Note vai promover um show gratuito à 0h30.
A distribuição dos palcos segue a ideia de descentralização. Serão dois na Zona Norte, um na Zona Oeste, sete na Zona Sul e seis na Zona Leste, para além dos cinco na região central (confira o mapa ao lado). Neste ano o evento traz o tema “O Festival dos Festivais”.
“Vamos ter música, dança, circo, teatro, arte urbana. Nenhum festival na América Latina consegue ter tantas atividades culturais em tão pouco tempo”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, Totó Parente. Segundo ele, o esquema de segurança contará com aumento do efetivo da Polícia Militar, tendo em vista um público esperado maior que o do ano passado, que reuniu 4,7 milhões de pessoas, de acordo com a prefeitura. Mais de noticia
A programação completa será divulgada nas próximas semanas. “É o festival que a cidade gosta e abraça. O Carnaval tem em São Paulo, mas também em outros 5 000 municípios. Leia também: Artigo sem título
Réveillon também. A Virada Cultural só tem aqui. Tem a cara da cidade”, diz o secretário.
Neste 21o ano, o circuito cultural pela madrugada traz boas novas para os paulistanos. ■ Publicado em VEJA São Paulo de , edição nº 2994

