Venda de Windows pirata leva à expulsão de lojistas online Após relatos de chaves falsas da Microsoft, Kabum confirma, com exclusividade ao Tecnoblog, o banimento de lojistas e reforça monitoramento do marketplace. Após relatos de chaves falsas da Microsoft, Kabum confirma, com exclusividade ao Tecnoblog, o banimento de lojistas e reforça monitoramento do marketplace.
O site de vendas Kabum confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que expulsou pelo menos uma loja flagrada comercializando softwares piratas da Microsoft. Outras empresas participantes da plataforma também estão sob análise, após uma escalada no número de consumidores reclamando do Kabum nas redes. Na última semana, diversos relatos começaram a surgir na internet.
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As pessoas se queixavam de comprar licenças do Windows e do Office supostamente vitalícias, mas ficarem sem acesso às tecnologias após um tempo. “ Ao receber os produtos, a suspeita começou pela mídia física bizarra. Leia também: Kindle Paperwhite Signature Edition sai por até 10x de R$ 95,90 na Book Friday
Entrei em contato com o suporte oficial da Microsoft e a bomba caiu: todas as chaves eram falsas. ”
Foi assim que um usuário do Reddit resumiu a situação. O usuário classificou a atuação do site Kabum como “negligência” e “conivência”. De acordo com ele, a origem dos softwares não é informada aos potenciais compradores porque “no fim das contas, estão lucrando em cima de cada venda pirata”.
Não custa lembrar: o Kabum opera tanto com estoque próprio quanto com vendas de terceiros, que são identificadas assim. O e-commerce declarou que monitora continuamente a operação “para garantir a qualidade e originalidade“ dos produtos. Ele esclareceu ainda que “inativa imediatamente o lojista e a oferta irregulares”. Mais de tecnologia
As suspeitas sobre a procedência dos programas de computador podem ser visualizadas no Reclame Aqui. Um cliente de Marataízes, no Espírito Santo, contou que esbarrou com anúncios altamente suspeitos dos seguintes produtos: “Ao consultar o diretório oficial de parceiros da Microsoft, a empresa mencionada não consta como parceira autorizada, o que reforça a suspeita de irregularidade.
” O Kabum nos disse que mantém contato direto com as fabricantes, com acesso a lista de parceiros autorizados. O cliente capixaba relatou insatisfação pois, após a compra de “softwares corporativos por valores inferiores a R$ 200”, a Microsoft passou a não reconhecer as licenças. Leia também: Galaxy S25 Ultra (256 GB) com câmera de 200 MP tem cupom de R$ 1.700 OFF no
“Minha empresa foi diretamente prejudicada”, concluiu. Ainda não se sabe quantos outros lojistas serão expulsos do marketplace. O Kabum foi fundado em 2003 por dois irmãos em Limeira, no interior de São Paulo.
Em 2021, foi comprado e passou a fazer parte do grupo Magazine Luiza. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }
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