União Europeia quer mudanças no Android Comissão Europeia entende que privilégios do Gemini violam a concorrência. UE exige que o Android seja aberto para IAs rivais até julho de 2026. Comissão Europeia entende que privilégios do Gemini violam a concorrência.
UE exige que o Android seja aberto para IAs rivais até julho de 2026. A Comissão Europeia subiu o tom contra o Google nesta semana após uma investigação iniciada em janeiro. O órgão regulador concluiu que a gigante de buscas favorece indevidamente o Gemini dentro do Android, violando a Lei de Mercados Digitais (DMA).
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Agora, a União Europeia quer que a empresa abra as portas do sistema até julho deste ano, para que IAs de terceiros, como o ChatGPT e o Grok, tenham o mesmo nível de integração que a ferramenta nativa. Como lembra o portal ArsTechnica, embora seja possível instalar qualquer chatbot no celular, apenas o Gemini consegue conversar profundamente com o sistema. Para a UE, essa exclusividade precisa acabar nos próximos meses. Leia também: Galaxy S26 tem 46% OFF em promoção com cupom no Magalu para o Dia das Mães 2026
O Google, por outro lado, afirma que a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários. Vale citar que, no Brasil, um processo similar se desenrola na Justiça, mas envolve a Meta e IAs de terceiros no WhatsApp. Ao ligar um aparelho com Android hoje, o Gemini já está lá, integrado ao sistema.
A Comissão Europeia critica exatamente essa falta de recursos para serviços de terceiros. Para os reguladores, o Google atua como um porteiro que reserva as melhores funções para si. A vice-presidente da Comissão para a Soberania Tecnológica, Henna Virkkunen, explicou a visão do bloco em comunicado:
“ À medida que navegamos pelo cenário da IA em rápida evolução, fica claro que a interoperabilidade é fundamental. Essas medidas abrirão os dispositivos Android para uma gama mais ampla de serviços, para que os usuários tenham a liberdade de escolher o que melhor atenda às suas necessidades”.
Na prática, a UE quer que, se o usuário preferir o ChatGPT, ele possa ser acionado por botões físicos ou palavras-chave de sistema da mesma forma que o Gemini. As mudanças propostas pelos reguladores são técnicas e mexem no motor do Android. Os principais pontos são: Mais de tecnologia
A reação do Google foi imediata. A conselheira sênior de concorrência da empresa, Claire Kelly, afirmou que a medida eliminaria a autonomia dos fabricantes em personalizar serviços. Segundo Kelly, dar acesso a hardware sensível e permissões profundas de sistema Leia também: Cruzeiro x Boca Juniors: onde assistir, horário e escalação da Libertadores
“aumentaria os custos e comprometeria proteções essenciais de privacidade e segurança”. O Google é um velho conhecido dos reguladores europeus. Por causa da DMA, a empresa já teve que implementar telas de escolha de navegador e limitar o compartilhamento de dados entre seus próprios serviços (como Maps e YouTube).
Agora, a IA é o tema da vez. O cronograma é apertado: a Comissão Europeia prevê uma decisão final para . Se o Google bater o pé e não cumprir as exigências, o prejuízo pode ser grande: a Lei de Mercados Digitais prevê multas de até 10% da receita global anual da companhia.
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