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Ucrânia ganha destaque após novo desdobramento em sanções contra a rússia

Sanções contra a Rússia entraram em vigor há vários anos, mas continuam a aparecer peças europeias e norte-americanas nos locais devastados pelos ataques na Ucrânia A

Ucrânia ganha destaque após novo desdobramento em sanções contra a rússia

Sanções contra a Rússia entraram em vigor há vários anos, mas continuam a aparecer peças europeias e norte-americanas nos locais devastados pelos ataques na Ucrânia A Ucrânia voltou a denunciar que a Rússia continua a ter capacidade de contornar as sanções impostas pela União Europeia e EUA. De acordo o Financial Times, Kiev diz que exemplo disso mesmo é que as perícias feitas aos destroços provocados pelo ataque que matou 24 ucranianos, esta quinta-feira, demonstraram que os mísseis de cruzeiro utilizados tinham sido fabricados já este ano com peças e componentes produzidos no Ocidente.

As autoridades ucranianas destacam fotografias do que restou do que aparentam ser mísseis Kh-101, um dos mais avançados mísseis de cruzeiro russos utilizados nos ataques contra território ucraniano. As imagens foram examinadas por oficiais ucranianos, um especialista independente e pelo Financial Times. O principal responsável pelas sanções na Ucrânia, Vladyslav Vlasiuk, garante ao Financial Times que todos os mísseis de cruzeiro Kh-101 que atingiram Kiev e foram avaliados por especialistas ucranianos tinham sido fabricados já no segundo trimestre de 2026.

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“ Cada míssil continha mais de 100 componentes fabricados no Ocidente”, escreveu Vlasiuk na rede social X esta quinta-feira.

Each Kh-101 Russian missile launched yesterday examined by experts “contained more than 100 western-made components,” @vladvlas said. —

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Christopher Miller (@ChristopherJM) May 15, 2026 An identical Kh-101 missile to the one that struck the apartment building, examined after an attack on January 20, contained chips from Mais de noticia

US brands… Um míssil Kh-101 em tudo igual ao que atingiu o edifício residencial em Kiev, examinado após um ataque de 20 de janeiro, tinha no seu interior chips de marcas norte-americanas como Texas Instruments, AMD e Kyocera AVX, além de componentes do grupo alemão Harting Technology Group, da neerlandesa Nexperia e outras empresas ocidentais, de acordo com um documento fornecido ao Financial Times pelo gabinete do presidente Volodymyr Zelenskyy. Vários dos itens examinados pelas autoridades ucranianas apresentavam inclusive números de série que indicavam que teriam sido fabricados em 2024 e 2025, vários anos após a entrada em vigor das sanções ocidentais. Leia também: Qualidade de Vida: Cidades do Vale do Paraíba Têm IPS 2026 Revelado

Entre os destroços de janeiro foram ainda encontrados vários componentes fabricados na China e em Taiwan. A Força Aérea ucraniana afirmou, esta quinta-feira, que 35 dos 56 mísseis disparados pela Rússia no maior ataque combinado da guerra num período de 24 horas eram mísseis de cruzeiro Kh-101. A Rússia intensificou a produção do míssil Kh-101 desde o início a invasão em larga escala da Ucrânia em 2022, a que Vladimir Putin chamou e chama de “operação militar especial”.

A produção em 2024 foi oito vezes maior do que antes da guerra, segundo o Financial Times. Estes mísseis ganharam particular destaque nesse ano, quando as forças russas destruíram um hospital infantil em Kiev com um míssil Kh-101 que utilizava componentes ocidentais.

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