Uruguai também sofre com Cabo Verde
Ler matéria →Siga tudo sobre o Mundial-2026 aqui no Observador A partir de agora, a margem de erro é praticamente nula e todos os pontos contam. Turquia e Paraguai entraram no Campeonato do Mundo com o pé esquerdo, começando o grupo D na mó de baixo depois das derrotas frente a Austrália (0-2) e EUA (4-1), respetivamente.
Desta forma, o novo duelo entre uma formação europeia e uma sul-americana tinha o condão de ser parcialmente decisivo, já que estrelas crescentes e guaranies queriam somar os primeiros pontos e manter-se na luta pelo apuramento para os 16 avos de final. Com um plantel repleto de grandes individualidades, a Turquia tinha o favoritismo do seu lado, mas a pressão pela vitória podia jogar contra a equipa treinada por Vincenzo Montella. Por outro lado, o Paraguai estava determinado em repetir a receita dos australianos, que se fecharam na defesa e aproveitaram as oportunidades que surgiram para serem felizes.
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“Críticas? Sinto-me turco. Na verdade, sinto-me mais turco do que muitas das pessoas que alimentam esse caos.
Esta equipa conquistou excelentes resultados. Sentimos que merecemos mais respeito. Não há necessidade de estragar tudo simplesmente porque perdemos uma partida.
Paraguai? Eles têm jogadores que são muito bons a marcar golos e que têm muita personalidade. Os seus avançados são excelentes. Leia também: Ironia, Iră é líder do grupo e Lenini faz gol na Copa de Trump
Temos um grande respeito por eles. Temos vindo a fazer algumas alterações e podemos continuar a fazê-las. Pode haver algumas alterações e essas serão feitas a nível tático, com base na estratégia para este jogo.
O Paraguai é forte fisicamente. As suas emoções e personalidade destacam-se. Cada jogo é diferente.
Temos, sem dúvida, de nos concentrar no adversário. Mas quero concentrar-me na minha própria equipa”, explicou Montella. “Critiquem-me.
Podem atacar-me, mas não a eles. Protejam-nos. Sabem porquê?
Porque quando o Mundial acabar, eu já não estarei aqui, mas eles vão ficar. Eles vão continuar a representar o país. Por favor, ataquem-me. Mais de esporte
Ataquem-me. Vou manter a cabeça erguida e aguentar todos os vossos ataques. Mas só vos peço que defendam os jogadores, pois são o bem mais valioso que a seleção tem.
Encerrei a etapa EUA no sábado e vocês estão a levar-me de volta a essa fase. Temos uma final contra a Turquia. Eles estão aqui, a representar sete milhões de pessoas.
Por isso, gostaria de vos ver a defender esta camisola. Amanhã [sábado] é uma questão de orgulho. Confio plenamente nos jogadores que tenho, nas capacidades de que disponho e não tenho dúvidas de que vamos fazer um bom jogo. Leia também: classificação do grupo h: o impacto imediato para a temporada
Espero que consigamos o resultado que todos estamos à espera”, revelou Gustavo Alfaro numa conferência de imprensa bastante quentinha. 20:00 PDT (USA)#Turkey # Paraguay pic.twitter.com/Rb4CfLpvln— TF Hub (@TFHube) June 19, 2026
A Turquia entrou em campo já com Kenan Yildiz, que recuperou totalmente dos problemas físicos e saltou para o lugar que foi de Baris Yilmaz na primeira jornada. Na defesa, Vincenzo Montella optou por colocar Mert Muldur no lado direito, em detrimento de Zeki Çelik, ao passo que Yunus Akgün entrou para o lado direito do ataque, com Arda Güler a passar para o meio e Orkun Kökçü a sair para o banco. Já o Paraguai apresentou duas novidades no seu onze, com Matías Galarza a entrar para o meio-campo, por troca com Damián Bobadilla, ao passo que Isidro Pitta, que passou pelo Alvarenga da distrital de Aveiro, juntou-se a Julio Enciso no ataque, de onde saiu Tonny Sanabria.
Como o pior ainda estava por vir, os guaranies entraram no jogo com tudo e chegaram ao golo logo a abrir, naquele que é o tento mais rápido deste Mundial (64 segundos): o Paraguai pressionou a saída turca, ganhou a bola, Andrés Cubas tocou para Enciso, este deixou para Matías Galarza que, à entrada da área, desferiu um remate de primeira, rasteiro, para o fundo da baliza de Ugurcan Çakir. Como seria de esperar, o golo precoce acabou por traduzir-se num domínio sem consequências da Turquia, que voltou a apresentar dificuldades em galgar blocos baixos e compactos, dado que o Paraguai baixou as linhas e entregou a bola ao adversário.
A primeira resposta turca saiu de um livre de Hakan Çalhanoglu, que levantou para a área, onde Müldür ganhou nas alturas e cabeceou à barra, com a bola ainda a desviar no poste (35′). No contra-ataque, Juan José Cáceres entrou na área e atirou cruzado para defesa de Çakir (37′). Antes do intervalo, Miguel Almirón foi expulso ao abrigo da nova “lei Prestianni”, por ter colocado a mão à frente da boca enquanto falava para Müldür (45+3′).
64 seconds ⏰ Paraguay score the fastest goal of this #FIFAWorldCup so far!


