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Ler matéria →Trump realizou voo secreto para escapar de ameaça iraniana
Uma manobra de segurança inesperada marcou o retorno do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para casa após a Cúpula de Líderes da OTAN em Ancara, em julho de 2026. Um jornalista que integrava a comitiva presidencial relatou, em depoimento, os detalhes de um voo secreto que teve como objetivo desviar de uma suposta ameaça do Irã.
Desde o início da viagem, um elemento incomum chamou a atenção. Trump utilizou suas redes sociais, a Truth Social, para anunciar que não retornaria em sua nova aeronave presidencial, entregue pelo Catar no ano anterior. Em vez disso, ele informou que o avião seria enviado antecipadamente para a Base Aérea de Mildenhall, no Reino Unido, para uma visita militar. A justificativa oficial era que Trump voltaria em um Air Force One mais antigo.
Mudança de itinerário gerou especulações de segurança
A alteração repentina no plano de voo causou estranhamento entre os jornalistas que acompanhavam o presidente. A explicação oficial para a troca de aeronaves, segundo o relato, parecia pouco convincente. As especulações rapidamente se voltaram para a possibilidade de o Irã ter arquitetado um plano de assassinato contra Trump, considerando que o presidente havia mencionado publicamente, em declarações anteriores, as tentativas do país persa de atentarem contra sua vida. Leia também: Mega-Sena 3044: Apostador de SP fatura R$ 61 mil; prêmio acumula R$ 38 mi
A aeronave cedida pelo Catar, que não possuía todos os recursos de segurança avançados, poderia ter sido considerada inadequada diante de um risco iminente. Essa seria a razão pela qual a Casa Branca teria optado por trocar de avião, aumentando a percepção de um voo mais perigoso do que o habitual.
Medidas de segurança inéditas a bordo
Durante o voo para Mildenhall, em uma das aeronaves que transportavam a equipe de imprensa, funcionários da Casa Branca instruíram os jornalistas a fecharem as persianas das janelas. Uma exigência incomum, que aumentou a sensação de que algo fora do comum estava ocorrendo. A justificativa dada foi um pedido do Serviço Secreto, levantando a possibilidade de se tratar de uma tentativa de ocultar alguma tecnologia de defesa classificada.
Apenas semanas depois, a verdadeira razão para tais medidas seria revelada: a instrução fazia parte de uma operação secreta para garantir a segurança do presidente. Trump deixou a aeronave original por meio de um caminhão de serviço de alimentação e embarcou em outro avião do governo, visando despistar qualquer tentativa de interceptação ou ataque.
O que se sabe até agora
- Donald Trump realizou um voo secreto em julho de 2026 para retornar dos EUA para a Europa.
- A manobra ocorreu após a Cúpula de Líderes da OTAN em Ancara, Turquia.
- O motivo alegado foi uma ameaça do Irã contra o presidente.
- Houve a troca da aeronave presidencial, com Trump embarcando em um modelo mais antigo.
- Jornalistas que o acompanhavam foram instruídos a fechar as persianas das janelas por motivos de segurança.
Perguntas frequentes
Por que Donald Trump fez um voo secreto?
Segundo o relato de um jornalista que acompanhava o presidente, Donald Trump realizou um voo secreto para evitar uma suposta ameaça do Irã, que poderia ter como alvo a aeronave presidencial. Mais de noticia
Qual aeronave Donald Trump utilizou na volta para os EUA?
Em vez de retornar na aeronave mais moderna fornecida pelo Catar, Trump optou por utilizar um modelo mais antigo do Air Force One, em uma manobra de segurança. Leia também: Moura e Amorim declaram R$ 4,1 milhões em bens ao TSE
Quais medidas de segurança foram adotadas durante o voo?
Os jornalistas que acompanhavam Trump foram instruídos a fechar as persianas das janelas, uma medida incomum justificada pelo Serviço Secreto como forma de proteger tecnologia classificada e evitar a exposição da aeronave.
A complexidade da operação de segurança, que envolveu a substituição da aeronave presidencial e a adoção de medidas de sigilo sem precedentes para a equipe de imprensa, demonstra a seriedade das preocupações de segurança que levaram à mudança drástica nos planos de viagem. A decisão de optar por um voo mais discreto, longe dos protocolos habituais, sublinha a natureza da ameaça percebida pelas autoridades americanas.







