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Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã: 'Será quase imediatamente'

Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã: 'Será quase imediatamente' A declaração foi feita nesta sexta-feira (1º), durante um evento na Flórida

Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã: 'Será quase imediatamente'
Trump fala em assumir Cuba após ação no Irã: 'Será quase imediatamente'

A declaração foi feita nesta sexta-feira (1º), durante um evento na Flórida. Parte da imprensa americana tratou a fala como uma brincadeira de Trump.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (1º) que o país poderia “assumir” Cuba “quase imediatamente” após o fim da guerra contra o Irã. A declaração foi feita durante um evento na Flórida.

Ao comentar sobre a origem de uma das pessoas presentes no evento, Trump fez referência a Cuba e disse que o país seria alvo de uma ação rápida dos EUA.

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“E ele [convidado] vem originalmente de um lugar chamado Cuba, que nós vamos assumir quase imediatamente”, disse.

Na sequência, Trump afirmou que, na “volta do Irã”, os Estados Unidos poderiam enviar um porta-aviões, como o USS Abraham Lincoln, para se posicionar próximo à costa cubana. Leia também: Clássico Mineiro: Cruzeiro e Atlético-MG se Enfrentam no Brasileirão

“Cuba tem problemas. Vamos terminar uma coisa primeiro. Gosto de terminar um trabalho”, afirmou.

“Vamos parar a cerca de 100 jardas [91 metros] da costa, e eles vão dizer: ‘Muito obrigado. Nós nos rendemos’”, disse.

Trump não deu detalhes sobre o que quis dizer nem indicou se a fala representa um plano concreto. A plateia riu do comentário do presidente. A Associated Press noticiou o caso afirmando que o norte-americano estava fazendo uma piada.

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Sanções

O presidente Donald Trump durante evento na Flórida em 1º de maio de 2026 — Foto: REUTERS/Nathan Howard

As declarações de Trump foram feitas no mesmo dia em que os Estados Unidos ampliaram a pressão sobre Cuba com novas sanções. A ilha vem enfrentando problemas econômicos e energéticos desde que Washington impôs, em janeiro, um bloqueio ao envio de petróleo. Mais de noticia

Nesta sexta-feira, o presidente assinou um decreto que endurece medidas contra a ilha, com foco em bancos estrangeiros que mantêm relações com Havana e em setores estratégicos da economia, como energia e mineração.

Trump voltou a classificar Cuba como uma “ameaça extraordinária” à segurança nacional dos Estados Unidos. Leia também: Praias da Bahia: Inema divulga boletim de balneabilidade para feriado

As sanções se somam ao embargo econômico em vigor desde 1962 e a medidas mais recentes, como restrições ao fornecimento de petróleo ao país.

O anúncio coincide com o Dia do Trabalhador, quando o governo cubano convocou manifestações em Havana e em outras cidades sob o lema de defesa da soberania nacional.

Autoridades cubanas reagiram às medidas. O chanceler Bruno Rodríguez afirmou que os Estados Unidos adotam “medidas coercitivas unilaterais ilegais e abusivas”.

Apesar da escalada de tensão, os dois países tem mantidos canais diplomáticos abertos. Em abril, representantes dos dois governos se reuniram em Havana.

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