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O tiroteio ocorrido perto da Casa Branca neste sábado, 23, acontece menos de um mês após um homem armado invadir um hotel que sediava o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em 25 de abril, com a presença de Donald Trump. Trata-se da quarta vez que o presidente americano é envolvido nesse tipo de situação. Trump estava dentro da Casa Branca no momento do tiroteio.
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Durante a campanha de 2024, ele sobreviveu a duas tentativas de assassinato. Em 13 de julho daquele ano, Trump se tornou o primeiro presidente ou ex-presidente dos EUA a sofrer uma tentativa de assassinato desde 1981, quando uma bala lhe arranhou a orelha enquanto ele discursava em Butler. Leia também: Disparos nas proximidades da Casa Branca mobilizam Serviço Secreto dos EUA
O atirador de 20 anos conseguiu disparar vários tiros contra Trump antes que o Serviço Secreto revidasse e matasse o atirador. Mas o fato de ele ter chegado tão perto de matar Trump gerou exigências imediatas por mudanças no Serviço Secreto. A competência da agência foi colocada em questão.
Em , um homem armado com um rifle se escondeu entre os arbustos do Trump International Golf Club, em West Palm Beach, planejando atirar em Trump. O suspeito, Ryan Routh, foi condenado por tentativa de assassinato e sentenciado à prisão perpétua.
Em abril deste ano, um atirador correu em direção ao salão de baile onde Trump jantava com centenas de jornalistas, autoridades governamentais e convidados. O atirador foi detido perto da área de segurança do hotel por agentes e preso. Mais de economia
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Desta vez, ao menos duas pessoas ficaram feridas, incluindo um suspeito, segundo informações da rede norte-americana CBS News. A Fox News informou que ele teria disparado três vezes e, em seguida, sido atingido por agentes do serviço secreto. O atirador foi levado a um hospital, mas ainda não foi identificado, segundo a Reuters. Leia também: Panorama Econômico: Dólar, Crédito Privado e Imigração Chinesa
Jornalistas que trabalhavam no local neste sábado relataram ter ouvido uma sequência de tiros (estima-se de 15 a 30, segundo a CBS) e foram instruídos a buscar abrigo na sala de coletivas (press briefing room), onde agentes do Serviço Secreto dos EUA impediram a saída de qualquer pessoa.
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