Trump confirma que Rei Charles III irá aos EUA esta semana, mesmo após tiroteio
Ler matéria →Um dia após o ataque a tiros em um jantar com jornalistas em Washington, o presidente Donald Trump afirmou que o suspeito foi contido antes de se aproximar do local principal do evento e não chegou perto do salão onde estavam autoridades e convidados.
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Em entrevista à Fox News, Trump disse que o homem foi “parado imediatamente” pelas forças de segurança e classificou o episódio como um teste para um tipo de operação considerado difícil de proteger.
Segundo ele, eventos como o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca reúnem grande circulação de pessoas e múltiplos acessos, o que amplia o desafio logístico para as equipes responsáveis pela segurança. Leia também: O fazendeiro que quis abandonar o narcotráfico na Colômbia, mas não pôde
A fala ocorre após a mobilização de agentes do Serviço Secreto durante o evento, que terminou com o suspeito detido ainda nas áreas de controle. Mais cedo, especialistas ouvidos pela imprensa internacional avaliaram que a resposta seguiu o protocolo esperado, com foco em impedir a aproximação e retirar autoridades do risco imediato.
Trump também comentou o perfil do suspeito, dizendo que se tratava de alguém com histórico de “muito ódio” e que familiares já tinham conhecimento de dificuldades anteriores. Ele citou ainda um manifesto atribuído ao homem, sem detalhar o conteúdo.
Especialista cita falha de segurança em evento com Trump
Segurança reforçada e pressão sobre eventos com autoridades
O presidente reconheceu que garantir a segurança em encontros desse porte é uma tarefa complexa, especialmente quando há concentração de autoridades, jornalistas e equipes de apoio no mesmo ambiente. Mais de mundo
A avaliação dialoga com a de ex-agentes de segurança, que apontam que eventos fechados exigem múltiplas camadas de proteção, com triagem, monitoramento e resposta rápida a ameaças. Nesses cenários, o objetivo central é impedir o avanço do agressor antes que ele alcance áreas mais sensíveis — como ocorreu no episódio de sábado.
Guerra com o Irã entra no centro da entrevista
Ao longo da conversa, Trump alternou o tema doméstico com a política externa e afirmou que a guerra com o Irã pode estar próxima do fim. Leia também: As outras Kahlo: quem foram as irmãs de Frida e como foi a relação com a artista
“Se eles quiserem falar, podem vir até nós ou podem nos ligar. Existe telefone. Temos linhas seguras”, disse.
As declarações vêm em um momento de impasse diplomático. Como mostrou o g1 mais cedo, negociações indiretas seguem em curso com mediação do Paquistão, enquanto um cessar-fogo permanece em vigor, mas sem acordo definitivo.
Trump também indicou que uma das condições para encerrar o conflito envolve o programa nuclear iraniano, tema central das tensões entre os dois países.
Críticas a aliados e cenário internacional
O presidente ainda criticou a atuação de aliados internacionais, afirmando que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) não deu o suporte esperado no contexto do conflito com o Irã. Ele também mencionou o Reino Unido, dizendo que a promessa de envio de embarcações após o fim da guerra não seria suficiente diante do cenário atual.
China entra no radar, mas com tom mais moderado
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