Galaxy S25 (256 GB) volta a cair para menos da metade do preço no Mercado Livre
Ler matéria →Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel Acordo ventilado pelo presidente deve aliviar gargalos e dar fôlego bilionário para as fábricas nos Estados Unidos. Acordo ventilado pelo presidente deve aliviar gargalos e dar fôlego bilionário para as fábricas nos Estados Unidos. A Apple e a Intel firmaram um acordo para produzir semicondutores nos Estados Unidos.
A informação foi revelada pelo presidente americano, Donald Trump, na rede social Truth Social. A aliança marca uma mudança para a dona do iPhone, que busca diversificar a cadeia de suprimentos para fugir dos gargalos na Ásia, enquanto a Intel ganha impulso para o negócio de fundição de chips. O anúncio oficial confirma as suspeitas que circulavam nos bastidores de que executivos da Intel e da Apple já vinham costurando o acordo em negociações confidenciais.
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Trump não detalhou quais componentes serão fabricados pela Intel, mas garantiu que o movimento faz parte de uma estratégia do governo para fortalecer a produção local. Atualmente, a Apple depende quase exclusivamente da TSMC para fabricar os chips presentes em iPhones, iPads e Macs. O grande problema é que a companhia asiática, considerada a maior do mundo no setor, opera no limite da capacidade. Leia também: Galaxy A37 já se encontra próximo de 50% OFF na melhor oferta desde o lançamento
Essa sobrecarga tem um motivo: a explosão da inteligência artificial. A demanda desenfreada por chips voltados para IA por gigantes como a Nvidia enfileirou pedidos na TSMC. Diante desse cenário, a Apple encontrou nas fábricas da Intel a oportunidade para diversificar fornecedores e blindar sua linha de produção contra eventuais crises de abastecimento.
Para entender o tamanho dessa reviravolta, vale olhar para o passado. A Intel forneceu os processadores dos Macs por cerca de 15 anos. Essa parceria de longa data chegou ao fim em 2020, quando a Apple decidiu trilhar o próprio caminho com os chips da série M (conhecidos como Apple Silicon).
A dinâmica agora é diferente: a Apple não voltará a usar ou comprar processadores da Intel; em vez disso, utilizará as instalações da parceira para os seus próprios projetos. Mais de tecnologia
A confirmação do contrato garante uma vitória comercial para a Intel. O mercado financeiro reagiu com entusiasmo, com as ações da Intel disparando 7% logo após o anúncio. Os papéis da Apple subiram de forma mais tímida, com alta de 0,8%.
Por trás desse novo cenário existe uma estratégia geopolítica. O governo dos Estados Unidos é, hoje, o maior acionista individual da Intel, detendo uma participação de 10%. Devido à valorização recente, essa fatia já ultrapassa a marca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 257 bilhões em conversão direta). Leia também: Smart TV 4K LG QNED 65″ atinge oferta jamais vista no Mercado Livre
A Casa Branca vem intensificando esforços para repatriar a produção de semicondutores e garantir o acesso a minerais críticos para reduzir a dependência tecnológica em relação aos países asiáticos e isolar a influência da China na cadeia global de suprimentos. Essa intervenção afetou até a liderança da Intel nos últimos meses. No ano passado, pressões vindas da própria presidência culminaram na renúncia do então CEO Lip-Bu Tan.
A justificativa do governo era de que o executivo mantinha laços comerciais com o mercado chinês. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }
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