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Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel Acordo ventilado pelo presidente deve aliviar gargalos e dar fôlego bilionário para as fábricas nos Estados

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel

Trump diz que Apple vai fabricar chips com ajuda da Intel Acordo ventilado pelo presidente deve aliviar gargalos e dar fôlego bilionário para as fábricas nos Estados Unidos. Acordo ventilado pelo presidente deve aliviar gargalos e dar fôlego bilionário para as fábricas nos Estados Unidos. A Apple e a Intel firmaram um acordo para produzir semicondutores nos Estados Unidos.

A informação foi revelada pelo presidente americano, Donald Trump, na rede social Truth Social. A aliança marca uma mudança para a dona do iPhone, que busca diversificar a cadeia de suprimentos para fugir dos gargalos na Ásia, enquanto a Intel ganha impulso para o negócio de fundição de chips. O anúncio oficial confirma as suspeitas que circulavam nos bastidores de que executivos da Intel e da Apple já vinham costurando o acordo em negociações confidenciais.

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Trump não detalhou quais componentes serão fabricados pela Intel, mas garantiu que o movimento faz parte de uma estratégia do governo para fortalecer a produção local. Atualmente, a Apple depende quase exclusivamente da TSMC para fabricar os chips presentes em iPhones, iPads e Macs. O grande problema é que a companhia asiática, considerada a maior do mundo no setor, opera no limite da capacidade. Leia também: TV 4K TCL MiniLED 65″ aparece 31% mais barata durante a Copa do Mundo

Essa sobrecarga tem um motivo: a explosão da inteligência artificial. A demanda desenfreada por chips voltados para IA por gigantes como a Nvidia enfileirou pedidos na TSMC. Diante desse cenário, a Apple encontrou nas fábricas da Intel a oportunidade para diversificar fornecedores e blindar sua linha de produção contra eventuais crises de abastecimento.

Para entender o tamanho dessa reviravolta, vale olhar para o passado. A Intel forneceu os processadores dos Macs por cerca de 15 anos. Essa parceria de longa data chegou ao fim em 2020, quando a Apple decidiu trilhar o próprio caminho com os chips da série M (conhecidos como Apple Silicon).

A dinâmica agora é diferente: a Apple não voltará a usar ou comprar processadores da Intel; em vez disso, utilizará as instalações da parceira para os seus próprios projetos. Mais de tecnologia

A confirmação do contrato garante uma vitória comercial para a Intel. O mercado financeiro reagiu com entusiasmo, com as ações da Intel disparando 7% logo após o anúncio. Os papéis da Apple subiram de forma mais tímida, com alta de 0,8%.

Por trás desse novo cenário existe uma estratégia geopolítica. O governo dos Estados Unidos é, hoje, o maior acionista individual da Intel, detendo uma participação de 10%. Devido à valorização recente, essa fatia já ultrapassa a marca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 257 bilhões em conversão direta). Leia também: Galaxy S25 (256 GB) volta a cair para menos da metade do preço no Mercado Livre

A Casa Branca vem intensificando esforços para repatriar a produção de semicondutores e garantir o acesso a minerais críticos para reduzir a dependência tecnológica em relação aos países asiáticos e isolar a influência da China na cadeia global de suprimentos. Essa intervenção afetou até a liderança da Intel nos últimos meses. No ano passado, pressões vindas da própria presidência culminaram na renúncia do então CEO Lip-Bu Tan.

A justificativa do governo era de que o executivo mantinha laços comerciais com o mercado chinês. {{ excerpt | truncatewords: 35 }} {% endif % }

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