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Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: 'Eu queria ver o que estava acontecendo'

Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: 'Eu queria ver o que estava acontecendo' Presidente americano falou em entrevista à CBS News que

Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: 'Eu queria ver o que estava acontecendo'
Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: 'Eu queria ver o que estava acontecendo'

Presidente americano falou em entrevista à CBS News que sua equipe de segurança agiu rapidamente e pediu que ele e a primeira-dama, Melania, se abaixassem, mas que ele não se protegeu imediatamente.


Trump detalha primeiros momentos após ataque

Trump detalha primeiros momentos após ataque

O presidente americano Donald Trump detalhou os primeiros momentos após o ataque a tiros que sofreu no sábado (25), e declarou que não percebeu imediatamente que se tratava de um ataque contra ele.

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Em entrevista à emissora americana CBS News, Trump falou que sua equipe de segurança agiu imediatamente e pediu que ele a primeira-dama, Melania, se abaixassem para se protegerem. No entanto, o presidente disse que não se abaixou imediatamente.

"Eu queria ver o que estava acontecendo e não estava facilitando para [o agente]. Naquele momento, percebemos que talvez [a comoção] fosse por algo ruim, diferente do que seria o barulho normal de um salão que ouvimos o tempo todo", declarou o presidente americano.

Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, antes do tiroteio no jantar com correspondentes da Casa Branca — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Trump disse que pediu repetidamente que os agentes esperassem para que ele pudesse ver do que se tratava, o que pode ter feito com que sua remoção do salão fosse mais lenta.

A afirmação foi feita à jornalista Norah O'Donnell, da CBS News. A entrevista foi exibida neste domingo (26) no programa '60 minutes'. Mais de mundo

Outros pontos da entrevista:

  • Continuidade do evento: Donald Trump afirmou que, após um tempo aguardando em um quarto separado, queria seguir com a noite. "Eu acho que é algo muito ruim uma pessoa louca cancelar algo assim";
  • Como o atirador atravessou a segurança: "A velocidade dele foi algo realmente incrível, na verdade. Era como um 'borrão' [...] Você sabe, algumas dessas pessoas podem ser loucas, mas não são estúpidas. Elas arrumam um jeito. Ele correu 41 metros, eles disseram. Ele entrou e "boom", conseguiu passar. Ele correu como se fosse... eu acho que a NFL deveria assinar com ele, ele foi muito rápido";
  • Relação com a impressa: quando questionado se o andamento do evento poderia mudar algo, disse que, "por alguma razão", ele e a mídia "discordam em muitos pontos". Ainda, que a impressa e os Democratas são "basicamente a mesma coisa", mas não respondeu a pergunta;
  • "Manifesto" do atirador e acusações: o presidente americano se exaltou quando questionado sobre as acusações que o atirador Cole Tomas Allen, de 31 anos, usou para justificar a tentativa de ataque. “Eu não sou um pedófilo”. Ainda disse que a apresentadora deveria "se envergonhar";
  • Falhas na segurança: Trump descartou qualquer "incompetência" do serviço de segurança, dizendo que Allen foi pego "com muita facilidade". "Aqueles caras fizeram um bom trabalho ontem";
  • 'No Kings': já encaminhando para o final da entrevista, Trump comentou o movimento que protesta contra sua gestão dizendo que "se fosse rei", não estaria lidando com a jornalista;
  • Violência política: para o presidente americano, isso sempre foi comum. "Eu não tenho certeza se há mais agora do que tinha antes. Eu acho que o discurso de ódio dos Democratas é sim muito perigoso para o país".

  • Donald Trump

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