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Storck se aproxima do top 20 e se garante em Wimbledon e US Open

Paris (França) – A campanha até a semifinal no torneio juvenil de Roland Garros garante um salto no ranking para Leonardo Storck, que começou o torneio como 56º do mundo

Storck se aproxima do top 20 e se garante em Wimbledon e US Open

Paris (França)– A campanha até a semifinal no torneio juvenil de Roland Garros garante um salto no ranking para Leonardo Storck, que começou o torneio como 56º do mundo e vai se aproximar do top 20. Com isso terá entrada direta nos principais eventos do restante da temporada, entre eles

Wimbledon e o US Open. “Muito feliz com a semana aqui em Roland Garros mostrando o trabalho que fazemos na Rio Tennis Academy. Hoje não foi a vitória, mas saímos de cabeça erguida, fazendo um excelente jogo.

Leia no AINotícia: Esporte: Preparativos da Copa do Mundo, F1 em Mônaco e Reforço no Avaí Leia também: Ancelotti confirma mudanças no Brasil para enfrentar o Egito

Gostei da minha postura e da minha atitude em quadra. É seguir de cabeça firme agora”, disse Storck, após a semifinal brasileira contra Guto Miguel, que levou a melhor com parciais de 6/1, 3/6 e 6/2. Storck chegou a Roland Garros como convidado, após o título do Junior Series, realizado no mês de abril, em São Paulo.

Esta foi apenas sua segunda vez um torneio do Grand Slam. Na campanha, eliminou três cabeças de chave: o porto-riquenho Yannick Alvarez, o cazaque Zangar Nurnanuly e o norte-americano Jack Kennedy. O mato-grossense de 17 anos retorna ao Brasil depois do Grand Slam francês, mas já tem um compromisso para a temporada de grama.

Ele disputará o ITF de Roehampton na última semana de junho, como preparação para Wimbledon, que acontece na semana seguinte. O tenista e sua equipe da Rio Tennis, com o treinador Bruno Savi e o preparador físico Eduardo Oliveira estão na Europa pelo Programa de Desenvolvimento da CBT. Mais de esporte

Será que não daria mais tempo de mudar o backhand dele? Acho realmente um golpe defasado no tênis atual e uma grande desvantagem… Concordo. Leia também: Ginástica Rítmica: Brasil lidera classificatórias

Se não é um wawrinka, Gasquet e Cia, não vale pena backhand de uma mão.

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