No aniversário dos protestos de 2021, Cuba está à escuras com novo blecaute
Ler matéria →O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Militar do Rio de Janeiro preste esclarecimentos sobre o armamento apreendido durante a operação. Moraes concedeu liberdade provisória ao ex-prefeito de Belford Roxo, mas cobrou explicações sobre as armas. Segundo o auto de prisão da Polícia Federal, os agentes encontraram um fuzil de uso restrito e pertencente à Polícia Militar dentro de um veículo na condomínio de Márcio Canella.
A Polícia Federal prendeu, na última quarta-feira, o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Márcio Canella, por porte ilegal de arma de uso restrito. A sexta fase da investigação visa a desarticular uma quadrilha suspeita de usar postos de gasolina para lavar dinheiro. O delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, também é investigado.
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O armamento, apontou o ministro, estava sob responsabilidade de um sargento da PM. Segundo a defesa do ex-prefeito, o sargento atuava na escolta de Canella. Os advogados alegaram que a arma está devidamente cedida pela Polícia Militar ao oficial e anexou uma cópia de um relatório de armas em serviço.
Em outro endereço alvo de buscas, o policial militar Antônio Gomes da Silva Neto, também foi flagrado com uma arma de fogo. A defesa do policial afirmou que prestava serviços de segurança para os investigados e afirmou que a sua presença no local não era clandestina.
O ministro, apesar de conceder a liberdade a ambos, afirmou que há dúvidas sobre a legalidade da posse das armas da corporação dentro de veículos particulares, além da atuação de policiais como “seguranças” dos investigados. Mais de economia
“Essas dúvidas não foram sanadas pela Defesa até o presente momento, justificando a manutenção da prisão em flagrante delito na audiência de custódia e deverão ser resolvidas com as necessárias informações que deverão ser prestadas pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro”, afirmou o ministro. Leia também: Mendonça ordena apreensão de passaporte de Thiago Miranda, ligado a Vorcaro
Na decisão, Moraes determinou a soltura dos envolvidos, mas impôs algumas medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de deixar o país e a suspensão imediata de qualquer documento de porte de arma.
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