Castro comunica ao PL desistência de pré-candidatura ao Senado após ser alvo de
Ler matéria →O Supremo Tribunal Federal (STF) irá analisar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no caso da venda de sentenças no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, deu prazo de 15 dias para as defesas dos denunciados responderem às acusações da PGR. A denúncia apresentada pela PGR trata de crimes como organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.
Detalhes do caso
A PGR concluiu ter reunido elementos que comprovam que uma organização criminosa atuou, entre 2019 e dezembro de 2023, em um esquema de venda de sentenças no STJ. Há ministros do STJ sendo investigados. Leia também: Governo monitora decisão dos EUA sobre PCC e CV em meio a preocupação
Investigação contra ministras
A PGR pediu o arquivamento de quaisquer linhas de investigação que tangenciem as ministras do STJ Nancy Andrighi e Maria Isabel Gallotti. No entanto, o ministro Cristiano Zanin respondeu que não há necessidade de arquivamento de linhas de investigação contra as ministras porque nenhuma das apurações de hipóteses criminais envolve as duas.
Próximos passos
O caso agora irá ser analisado pela Primeira Turma do STF, que decidirá se aceita ou não a denúncia. Caso a denúncia seja aceita, o caso se tornará uma ação penal, com o julgamento dos réus. Mais de politica
O que se sabe até agora
- A PGR denunciou nove investigados por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, exploração de prestígio e violação de sigilo profissional.
- O esquema de venda de sentenças ocorreu entre 2019 e dezembro de 2023.
- Há ministros do STJ sendo investigados.
- A PGR pediu o arquivamento de quaisquer linhas de investigação que tangenciem as ministras do STJ Nancy Andrighi e Maria Isabel Gallotti.
O caso de venda de sentenças no STJ tem implicações graves para o sistema judiciário brasileiro, pois afeta a confiança da população na justiça e pode ter consequências políticas significativas. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médica. Consulte um profissional de saúde.

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