Como e o que comprar na Bolsa com Ibovespa perdendo para o CDI em 2026
Ler matéria →
Um homem apontado como participante do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), foi morto nesta quarta-feira, dia 1º, na zona leste de São Paulo, após uma suposta troca de tiros com agentes da corporação.
De acordo com a Polícia Militar, os agentes receberam uma denúncia indicando a participação do suspeito no caso. Ao verificar a situação, na região de Guaianases, o homem resistiu à abordagem e, segundo a PM, atirou contra os policiais, que reagiram.
Leia no AINotícia: Economia: panorama da semana
O suspeito foi atingido e socorrido a uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi registrada no 68º Distrito Policial, no Lageado. Leia também: Relatório aponta “futuro sombrio” para indústria de chips na União Europeia
Ferramenta do InfoMoney
Baixe agora (e de graça)!
BAIXAR AGORA
Ronickson Pimentel foi alvo de uma série de disparos quando estava parado com sua motocicleta em um semáforo em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, no último sábado, 27. Ele foi surpreendido pelos criminosos, que se aproximaram em dupla, também em uma motocicleta, e abriram fogo contra o tenente.
O policial foi socorrido pelo helicóptero Águia e, desde então, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.
Dois homens suspeitos de envolvimento no crime foram presos temporariamente no domingo, 28. Eles são investigados por prestar cobertura logística aos autores dos disparos, que seguem foragidos. Nesta quarta-feira, a polícia informou também que identificou o suspeito de efetuar os disparos. Mais de economia
Em conversa com o Estadão nesta quarta, o secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, informou que as investigações apontaram que um dos suspeitos envolvidos no crime monitorava a casa do policial antes do atentado. “Isso aconteceu há cerca de três meses”, afirmou o chefe da pasta.
Documentos obtidos pelo Estadão evidenciam a complexidade da ação criminosa, que envolveu a participação de outros três veículos utilizados para dar cobertura aos atiradores, facilitar a fuga dos envolvidos e ocultar vestígios. Leia também: Ibovespa futuro vira para alta após payroll abaixo do esperado
O caso é investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil, com suporte da Corregedoria da PM. Ronickson é o irmão mais velho de Eloá Pimentel, assassinada no sequestro mais longo da história de São Paulo, em outubro de 2008.
Tópicos relacionados
- Brasil
- Polícia Militar
Estadão Conteúdo
Leia também no AINotícia
- Como e o que comprar na Bolsa com Ibovespa perdendo para o CDI em 2026Economia · 4h atrás
- “Sem almoço grátis”: Nvidia vale quase US$ 5 tri, mas ainda não mimaEconomia · 4h atrás
- Mercado de trabalho terá “momento darwinista” com IA, diz CEO: Evolua ou sejaEconomia · 4h atrás
- 6 motivos para ficar otimista com as ações brasileiras – apesar dos percalçosEconomia · 4h atrás


