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Simepar classifica tornado no PR como F3: ventos 332 km/h

O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) divulgou nesta sexta-feira (14) a conclusão da análise que classificou o tornado que atingiu a zona

Simepar classifica tornado no PR como F3: ventos 332 km/h

O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) divulgou nesta sexta-feira (14) a conclusão da análise que classificou o tornado que atingiu a zona rural de Piraí do Sul, nos Campos Gerais do Paraná, no último sábado (8). A tempestade foi avaliada como F3 na Escala Fujita, associada a rajadas de vento estimadas entre 253 km/h e 332 km/h. A análise incluiu inspeções de campo, imagens de radar, uso de drones e registros feitos pela população, identificando um rastro de destruição de pelo menos 17,3 km.

O Simepar explica que a classificação F3 é baseada nas características e na gravidade dos danos observados, não representando uma medição direta da velocidade dos ventos. Foram analisados, por exemplo, fatores como movimentação de detritos, deformação da vegetação e deslocamento de objetos. Leia também: Esportes em família fortalecem a mente e o corpo, atesta novo estudo

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O município de Piraí do Sul entrou em situação de emergência em razão dos estragos provocados pelo tornado no último sábado (8). O fenômeno meteorológico afetou 20 residências, deixou cerca de 20 pessoas desalojadas, e a estimativa é que aproximadamente 500 pessoas tenham sido diretamente atingidas. Sua formação teve como “combustível” o ar quente e úmido vindo da Região Norte do país, associado a um cenário de baixa pressão atmosférica sobre o Paraguai.

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De acordo com o Simepar, estão entre os danos observados o colapso estrutural severo de edificações de alvenaria e de madeira, além da queda de uma torre de transmissão de energia elétrica. Pedaços de madeira, fragmentos de telhas cerâmicas e galhos de araucárias foram arremessados com força suficiente para penetrar o solo e incrustar-se em troncos de árvores. Leia também: Sarampo ganha destaque após novo desdobramento em sarampo: o que acontece Mais de saude

Os ventos intensos também causaram ranhuras em áreas de pastagem, remoção de vegetação e da camada superficial do solo, além de deixarem troncos de árvores decepados. O instituto aponta que os danos se estenderam por localidades da zona rural de Piraí do Sul, como Jararaca, Fundão e Boa Vista.

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