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Ler matéria → Sessão do Congresso é cancelada, e Legislativo não votará nada de relevante até eleições
PEC da Segurança ficou engavetada e regulamentação de exploração de terras raras também.
A sessão do Congresso Nacional prevista para esta quinta-feira (9), destinada a votar vetos presidenciais, foi cancelada. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) explicou o motivo: falta de acordo.
Com isso, o Legislativo não vai votar mais nada de relevante até o recesso de meio de ano, na próxima semana, e muito possivelmente até as eleições.
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Durante a eleição, a Câmara dos Deputados e o Senado vão ter apenas algumas semanas de esforço concentrado, mas não devem votar nada de importante. Com isso, o Congresso entrará em recesso e não votará antes das eleições temas prioritários como a PEC da Segurança Pública e o projeto de regulamentação da exploração de terras raras.
Rompimento
Os dois estão rompidos desde a votação que rejeitou o nome de Jorge Messias para uma vaga no STF no final de abril. Desde então, tentativas para a realização fracassaram.
Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP)— Foto: Carlos Moura/Agência Senado Mais de politica
Agora, o novo líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), promete realizar a reunião para que os dois reatem a relação ainda em julho, mas sem tempo para novas votações.
A expectativa é que o Congresso, inclusive, praticamente não trabalhe na próxima semana, que seria a última antes do recesso parlamentar. O que deve evoluir é a negociação entre a bancada ruralista e o Ministério da Fazenda para refinanciar a dívida de produtores rurais. Leia também: Lula cobra corpo a corpo de aliados em campanha pressionada por revelações
Um acordo está praticamente fechado. Com isso, o governo vai editar uma medida provisória dando dez anos de refinanciamento apenas para produtores rurais que sofrem prejuízos por causa de eventos climáticos extremos.
Eles devem ganhar um período de carência de dois anos e juros de 6%. Já outros casos terão um prazo de refinanciamento menor e taxas de juros de 9%.
- Congresso Nacional
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